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terça-feira, fevereiro 09, 2010

Planeta Atlântida reúne mais de 100 mil pessoas no litoral gaúcho


Jerônimo Ceratti
Especial para o G1

Foram dois dias de festival e quase 24 horas de música. Em duas noites, mais de 100 mil pessoas ouviram rock, pop, reggae, pagode, dance, eletrônica, hip hop, samba, entre outros estilos que fizeram parte da edição de 2010 do Planeta Atlântida Rio Grande do Sul.

A diversidade de estilos musicais foi mais uma vez o destaque do evento que terminou neste domingo (7). E não faltaram opções para os amantes de música e diversão.

Já na abertura do festival, ainda na sexta-feira, era possível imaginar o que estaria por vir.

A banda gaúcha Reação em Cadeia deu o “tom de boas-vindas” aos planetários que chegavam aos poucos à sede da Saba, em Atlântida. O rock dos meninos fez subir ainda mais o clima que estava quente.

Logo em seguida, foi o pessoal da Fresno que recebeu a missão de não deixar o termômetro baixar.

Com um repertório recheado de hits, a banda fez a legião de fãs pularem do início ao fim do show.

O reggae do Armandinho e o sertanejo universitário de Victor & Leo mostraram que artista e público já estavam sintonizados numa mesma frequência.

Uma energia que também foi vista na lista interminável de sucessos tocada pela moçada do Jota Quest, e o por Charlie Brown Jr.

A primeira noite terminou com o pagode descontraído e a animação do Grupo Pixote que colocou a galera para dançar.

Um “ponto final” que foi colocado para deixar os planetários com a vontade de repetir no sábado a descontração da primeira noite de festival.

De MC Jean Paul a Pitty

Se a sexta-feira foi marcada pela diversidade, o segundo dia do festival foi ainda mais eclética e começou com o “pancadão” do MC Jean Paul, que esquentou o público para os shows que vieram logo em seguida.

Numa apresentação marcada pela interação com a plateia, o “funkeiro” abusou das rimas e versos para sacudir a multidão de fãs.

Os reggaeiros da Chimarruts subiram ao palco logo depois da Strike.

O som leve e o clima de verão que a banda gaúcha traz em seu trabalho embalaram o Planeta Atlântida 2010 até o início da noite.

No repertório os sucessos como “Deixa chover”, “Se for embora” e "Versos simples", que foi cantada por um coral de milhares de vozes, para alegria da aniversariante Tati, uma das vocalistas da banda.


Mas o grande destaque do segundo dia ficou por conta dos mineiros do Skank que mais uma vez colocaram a massa a loucura.

O auge do show foi com o hit "Três lados", em que o vocalista Samuel Rosa demonstrou que tem carisma e presença de palco, pedindo para o público masculino tirar a camisa e girá-la no ar, como já é comum nas apresentações que a banda fez no festival.

Com os versos na ponta da língua, os planetários sacudiram ao som de Marcelo D2 que, misturando funk, rap e samba, provou para o público que encontrou de vez “a batida perfeita”.

O show teve a participação de Fernandinho Beat Box que fez o público delirar com as batidas de "Come as you are", do Nirvana, "Sunday bloody sunday", do U2, e "Phunky Buddha", do extinto Planet Hemp, momento para matar a saudade da ex-banda de D2.

Na mesma noite, passaram pelo palco principal o pessoal do NX Zero, Exaltasamba e a baianinha Pitty.

Depois da maratona de shows, a música eletrônica encerrou a edição de 2010 do Planeta Atlântida RS.

O inglês DJ Eskimo explorou os recursos do palco para transformar a Saba numa grande rave, enquanto o público se despedia do festival.

Agora, é guardar na memória os bons momentos vividos no festival e esperar pela edição de 2011 que já promete repetir o sucesso como tem feito ao longo de 15 anos de edição.

Um comentário:

Mari disse...

sou do sul e adoro ete evento, só de ver as fotos morro de saudade. ótima matéria...