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quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Carnaval de Educandos quer atrair 100 mil foliões


O ex-deputado estadual, radialista e artista plástico Erasmo Amazonas está ultimando os preparativos para a 33ª edição do “Carnaval de Educandos”, que acontece no período de 14 a 17 de fevereiro, na Cidade Alta, com a participação de 11 blocos carnavalescos.

O panavueiro acontecerá na Praça do Amarelinho e deverá atrair 100 mil foliões.

Uma megaestrutura vai ser montada para proporcionar mais conforto e segurança dos foliões.

No ano passado, aproximadamente 70 mil pessoas participaram das quatro noites de carnaval nas ruas do bairro, número contabilizado pela Polícia Militar.

A festa surgiu em 1982 pela iniciativa de comunitários como o funcionário público Rubens Freitas e o próprio Erasmo Amazonas.

Oito bandas musicais ficarão responsáveis pela folia, junto com os blocos, entre eles “Os Assombrados”, “Bloco da RAM”, “Vagabundos”, “Bloco das Virgens”, “Bloco do Defunto” e a “Bhanda da Bhaixa da Hégua”.

Erasmo Amazonas ressaltou que o grande diferencial do Carnaval de Educandos em relação às outras bandas de Manaus é que, a exemplo da Banda Independente Confraria do Armando (BICA), ali se resgata as tradições dos antigos carnavais, com cordões, clarins e fantasias, num clima carnavalesco animado pelas marchinhas.

Música de corno, axé music, forró, fricote e sertanejo não toca aqui nem pelo caralho”, garantiu ele. “Carnaval é coisa séria!”

Banda do Cinco Estrelas faz desagravo a Charles Stones


Considerado o “Rui Chapéu da Red Zone de Manaus”, porque não pode ver um buraco que vai logo encaçapando, o empresário Charles Stones, patrono da Banda do Cinco Estrelas, vai ser desagravado este ano por ter tido sua participação recusada no reality show BBB15, da Rede Globo.

O desagravo será feito durante o rebuceteio da banda, que acontece na terça-feira gorda, dia 17, a partir das 14h, na Av. Getúlio Vargas, em frente ao Cheik Clube.

O tema “Alô, Alô, Pedro Bial: BBB15 é o selfie do meu pau!” foi sugerido pelo fotógrafo Jorginho Mascarenhas.

A marcha-enredo da banda é de autoria dos compositores Afonso Toscano e Américo Madrugada.

Segundo um buxixo que corre na cidade, Charles Stones foi desclassificado porque suas dimensões anatômicas são incompatíveis com o horário em que o programa é exibido.

O BBB15 é um programa estritamente voltado para a família brasileira”, explicou Pedro Bial, em nota divulgada pela sua assessoria. “Uma equipe de produtores, comandada pelo Boninho, conferiu três vezes os documentos do parintinense Charles Stones e concluiu que ele era um forte candidato a substituir o Kid Bengala nos filmes pornôs da produtora Brasileirinhas. No BBB15, não dá, porque aqui só queremos marombeiros de pau pequeno para não assustar as crianças.”

Charles Stones perdeu a vaga para Adrilles Jorge, de 40 anos, um famoso escritor desconhecido de Belo Horizonte.

Muito siriá na Banda do Pastel de Carne


No sábado magro, 7 de fevereiro, a partir das 19h, na Rua 7 de Outubro, no Bairro da Paz, acontece a 10ª edição da Banda do Pastel de Carne.

Não, o nome da banda não faz qualquer referência ao órgão genital feminino, apesar de no Dicionário de Palavrões e Termos Afins, de Mário Souto Maior, “pastel de carne” e “capô de fusca” serem sinônimos de “xereca”.

É que a banda surgiu na Pastelaria do Japonês, no mesmo bairro, onde o carro-chefe era o pastel de carne acompanhado de caldo de cana.

Esse ano a banda faz um tributo ao siriá, a mais famosa dança folclórica do município de Cametá (PA).

Reza a lenda que a crioulada escrava ia dar duro nas lavouras da região praticamente sem nenhum rango para forrar o bucho.

Eles só tinham descanso no final da tarde, quando podiam caçar e pescar.

Como a escuridão dificultava a caçada nas matas, os negros iam para as praias tentar pegar peixes.

Por mais que se esforçassem, entretanto, a quantidade de peixe não era suficiente para matar a fome de todos.

Certa tarde, como por milagre, surgiram na praia centenas de siris, que se deixavam apanhar com muita facilidade.

O fato passou a se repetir diariamente e os negros tiveram a idéia de criar uma dança em homenagem ao fato extraordinário.

Como chamavam cafezá para plantação de café, arrozá para plantação de arroz, canaviá para a plantação de cana, passaram a chamar de siriá, para o local onde todas as tardes encontravam os siris com que matavam a fome.

Si non é vero, é ben trovato...

Scooby-Doo é o cara no Bloco do Perocão


Quando o peruano Ruiz Artigas começou a vender pelas ruas da Colônia Santo Antônio uma gororoba feita de pão francês com recheio de carne moída e salsicha de lata, que ele chamava de “perro caliente” (“cachorro-quente”), angariou simpatia apenas entre a curuminzada.

Só muitos anos depois é que os marmanjos começaram a curtir a gororoba como tira-gosto da cachaça Velho Barreiro, consumida em escala industrial no Bar do Paulão.

O “perro caliente” virou “perro cão”, porque era um genérico vagabundo do famoso “kikão”, e, no carnaval de 2001, surgiu o Bloco do Perocão.

Mudamos a grafia apenas de zoação”, relembra Virgílio Pádua, um dos fundadores do bloco. “Perrocão parecia um turista inglês falando em portunhol sobre um bráulio avantajado”.

A banda, que se reune no sábado magro, dia 7, a partir das 15h, no Bar do Paulão, na Rua Itapani, na Colônia Santo Antônio, tem este ano como tema o desenho animado Scooby-Doo, produzido pela Hanna-Barbera e criado no ano de 1969 por Iwao Takamoto.

Trata-se de um grupo de quatro pessoas metidas a detetives, Fred, Velma, Daphne e Salsicha, com um dogue alemão falante chamado Scooby-Doo, que viajam numa van chamada Máquina Mistério e ajudam a investigar casos misteriosos em lugares inóspitos, casas mal-assombradas, parques abandonados, pântanos e ilhas, a maioria das vezes ameaçados por monstros, zumbis e vilões.

Evoé, cachorrada!

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