sábado, julho 30, 2016

O 12º Festival Folclórico do Amazonas (1968)


Como não se mexe em time que está ganhando, o jornalista Luiz Verçosa repetiu a mesma fórmula do ano anterior, incluindo a Comissão Julgadora, com apenas algumas modificações pontuais.

Ficou definido que a inauguração do festival seria no dia 23 de junho, domingo, e o encerramento no dia 30.

Nesse intervalo de tempo, quando ocorreriam as competições oficiais, a Comissão Julgadora optou por realizar duas sessões diárias: uma vespertina (para os grupos infantis), começando às 15h30 e terminando às 18 horas, e uma noturna (para os grupos adultos) começando às 19h30 e terminando às 23 horas.

O tempo de apresentação de cada grupo foi assim estabelecido. Cantiga de roda, Quadrilha mirim e Quadrilha adulta: 20 minutos. Bumbás, Garrotes, Danças Regionais e Pássaros: 30 minutos. Tribos: 50 minutos. Peleja de Amos: 10 minutos para cada amo (na finalíssima, no domingo de encerramento, 15 minutos para cada amo).

Mais uma vez, o governador Danilo Areosa disponibilizou antecipadamente a ajuda financeira para os conjuntos, na seguinte proporção: Bumbás, NCr$ 500,00 (R$ 8 mil, em valores de hoje). Garrotes, NCr$ 400,00. Quadrilhas adultas, NCr$ 350,00. Quadrilhas mirins, NCr$ 200,00. Danças Nordestinas, NCr$ 300,00. Pássaros, NCr$ 350,00. Tribos, NCr$ 500,00. Danças Regionais, NCr$ 300,00.

Os 57 grupos inscritos foram divididos em oito chaves:

Bumbás: Amazonas, Tira Prosa, Tira Teima, Caprichoso, Ouro Preto, Veludinho e Garantido.

Garrotes: Malhado, Sete Estrelas, Flor do Bairro, Dois de Ouro, Vencedor, Veludinho, Pena de Ouro, Ás de Espada, Canarinho, Pingo de Ouro e Luz de Guerra. 

Quadrilhas adultas: Moçada na Roça, Soçaite no Interior, Araruama na Roça, Jovem Guarda, Mocidade na Roça, Brotinhos de São Francisco, Festa na Roça, São João na Roça, Os Granfinos do Arraial, Coronel Gama e Escoceses na Roça.

Quadrilhas mirins: Netos de Ajuricaba, As Quatro Rosas, Araruaminha na Roça, Tipiti no Roçado, Brotinhos de São Lázaro, Brotinhos de Santo Antônio, Curumins da Colina, Caboclinhos do Amazonas, Curupira na Roça, Cantiga de Roda Ciranda, Gavianos no Roçado, Santo Antônio na Roça, Caboclinhos de Brasília, Filhos do Primo do Cangaceiro e Cantiga de Roda Tia Júlia.

Danças Nordestinas: Nordeste Sangrento, Cangaceiro da Chapada, Bando de Antônio Silvino, Cabras do Lampião e Primo do Cangaceiro.

Pássaros: Papagaio, Jaçanã e Japiim.

Tribos: Andirás e Maués.

Danças Regionais: Cacetinho (Tarianos), Dança da Ciranda e Caninha Verde.


No dia 1º de junho, sábado, o matutino O Jornal publicou uma matéria intitulada “Festão do Povo terá iluminação moderna e maravilhosa”:

O tablado do Festão do Povo já está subindo no meio do Estádio General Osório. No gênero, é o maior que se constrói no Amazonas e um dos maiores do Brasil. São mais de 900 metros quadrados para a evolução dos grupos típicos que se apresentarão de 23 a 30 deste mês, enchendo de alegria, de contentamento e de vibração a alma da nossa gente.

ILUMINAÇÃO MODERNA – Por outro lado, a iluminação do estádio, esse ano, será moderníssima, graças à cooperação da Companhia de Eletricidade de Manaus, que tem três diretores entusiastas do Festão e que tudo fazem para dar satisfação ao povo: Jorge Baird, Lourival Barreto e Ivo Oliveira. A iluminação será na base da luz de mercúrio, maravilhosa. O espetáculo, com isso, assume um aspecto bem diferente. Ademais, o letreiro oficial virá com nova tonalidade e muito mais expressão, sendo de destacar surpresas que vão ser oferecidas ao público, mostrando a habilidade de nossos profissionais em eletricidade, entre os quais Raimundo Rocha, Raimundo Santos e Faher Sahdo.

DESFILE MONUMENTAL – O desfile de abertura, no dia 23, será monumental, dele participando todos os grupos e todos os seus integrantes. Os grupos terão de vir com suas fantasias novas porque, desde o desfile, a Comissão Julgadora já começará a contar pontos para a sua decisão final. Conta ponto a beleza e originalidade da fantasia, o comparecimento maciço e tudo mais, desde ritmo, dança, música, autenticidade. Ninguém, por isso, deve faltar. A exigência é para todos, podendo até resultar em eliminação. O tempo de duração do festival é de apenas 8 dias e, por isso, todos os momentos terão de ser devidamente aproveitados, para que os grupos se apresentem magnificamente e o julgamento seja, como nos anos anteriores, absolutamente justo.

Ressalte-se, por outro lado, que a Secretaria de Turismo de São Paulo vai filmar o Festão, para difundi-lo por todo o Brasil e pelo mundo afora. Isto quer dizer que, em 1969, o Festival será atração internacional e nacional, em proporções muito maiores que as atuais. Far-se-á presente, por igual, a equipe filmadora da televisão BBC, de Londres, Inglaterra. Por tudo isso, os grupos folclóricos devem vir para o desfile de abertura com “força total”. As danças nordestinas deverão trazer suas carroças, as tribos, as suas tendas, ou a sua maloca, os bumbás, toda a grandiosidade de suas baterias e a beleza de sua roupagem, enfim, todos devem vir o melhor possível, para o êxito total do Festão, que vai significar convite permanente ao mundo para uma visita ao Amazonas, todos os anos, no mês de junho.

ENSAIOS PROSSEGUEM – Enquanto isso, os ensaios prosseguem em toda cidade.  Todas as noites, os grupos folclóricos treinam as suas músicas, as suas danças, os seus enredos. O “Comando” de nossos diários tem andado por toda parte, juntamente com autoridades locais e de fora, levando o apoio e o estímulo a todos os conjuntos, para que sintam que, deles, depende o sucesso do Festão. As visitas continuarão, devendo todos intensificar os seus ensaios, em busca da perfeição dos conjuntos, para soberbas exibições durante o XII Festival Folclórico do Amazonas.

VENDA DE GULOSEIMAS – Os interessados na montagem de “bancas de venda” de guloseimas próprias da época, deverão procurar a redação dos nossos diários, para os respectivos entendimentos, a partir da segunda feira próxima, dia 3, das 17 às 18 horas.

No dia 15, uma comitiva de personalidades ilustres da República, incluindo parlamentares e empresários, desembarcou em Manaus para prestigiar o lançamento da pedra fundamental de um hotel que a Varig começaria a construir na Praia da Ponta Negra.

Ciceroneados pelo governador Danilo Areosa e pelo prefeito Paulo Nery, o ministro do Interior, Albuquerque Lima, o presidente da Embratur, Joaquim Xavier da Silveira, e o presidente da Companhia Tropical de Hotéis, Erick de Carvalho, entre outros, visitaram o canteiro de obras, fizeram um pequeno tour pela cidade e, à noite, estiveram no Estádio General Osório para assistir a a uma pequena prévia do festival daquele ano.

Campeões do ano anterior, o bumbá Caprichoso e a Tribo dos Andirás foram convocados para mostrar nosso folclore aos visitantes. Uma multidão incalculável compareceu ao evento.

“Considero uma extraordinária surpresa o festival folclórico do Amazonas, não só pela beleza e riqueza dos ornamentos e da arte plumária, como pela originalidade dos ritmos. É algo profundamente brasileiro e autêntico, que vem enriquecer, com uma contribuição de valor incontestável, o rico patrimônio histórico do nosso país”, elogiou o presidente da Embratur, após o encerramento das apresentações.


No dia 23, domingo, no matutino O Jornal, o padre Nonato Pinheiro, da Academia Amazonense de Letras, publicou um pequeno artigo simplesmente intitulado “XII Festival Folclórico”:

Sou membro da Comissão Amazonense de Folclore. Cabe-nos, a mim e aos demais membros, a missão de defender o Folclore e contribuir para o conhecimento dessa importante e simpática ciência das tradições populares. Sirvo-me do ensejo da ocorrência do XII Festival Folclórico que a Empresa Archer Pinto promove com tanto esplendor e espírito de serviço, amenizando as agruras do povo com um pouco de policromia e folgança, para apresentar a este mesmo povo sofredor alguns rudimentos e noções acerca de Folclore.

Se perguntarmos a um estudante como se diz  “povo” em inglês, certamente saberá dizer que é “people” (pípal). No inglês arcaico, entretanto, se dizia “folk”, vocábulo ainda encontradiço nos calepinos da língua inglesa, que entra na formação de várias palavras anglo-saxônicas.

O vocábulo “FOLKLORE” foi criado em 1846, na Inglaterra, sendo seus elementos constitutivos “folk” (povo) e “lore” (ciências). Folclore é, pois, a ciência do povo, a ciência das tradições de um povo, a cultura popular. Sim, há uma cultura popular, distinta da cultura livresca escolar e universitária. É a sabedoria do povo, que se revela nas maneiras como ele pensa, sente, age e reage, maneiras que constituem o fato folclórico. Dessarte, ao lado da Medicina, que o médico assimilou em seis anos de Faculdade, existe a “mezinha”, a “medicina caseira”, o remédio que a vovó ministra ao netinho, cujo pai não pode adquirir as drogas caríssimas dos antibióticos.

A sinonímia é opulenta. Vários vocábulos tem sido propostos para designar a ciência das tradições populares: demologia, demopsicologia, populário, etc. nenhum suplantou o “folclore”, que se generalizou. Meu amigo e confrade Padre Manuel Albuquerque, amazonense de Eirunepé, ora residente no Rio de Janeiro, não se conforma com o aportuguesamento, alegando que essa desinência é estranah à nossa língua. De fato, se excetuarmos “escore”, que é outra adaptação do inglês “score”, não se conhece outra palavra em nosso idioma com essa terminação. Padre Albuquerque propôs “folquelor” e assim grafa o vocábulo. Respeito seu ponto de vista, mas combater, nesta altura, a grafia do aportuguesamento, não me parece sensato. Seria malhar em ferro frio ou remar contra a maré.

É vastíssima a ciência folclórica, porque abrange o estudo das tradições populares em toda a sua plenitude: crenças, crendices, superstições, mezinhas, lendas, provérbios, contos, canções, rodas, cirandas, jogos e danças populares. Como se vê, é um mundo incomensurável. O Festival Folclórico que a Empresa Archer Pinto realiza todos os anos constitui, apenas, uma parte do Folclore, a Lúdica, que se ocupa dos folguedos populares (rodas, cirandas, bumbás, caboclinhos, congos, reisados, bailados e danças populares, etc).

O fato ou fenômeno folclórico é constituído pelas maneiras de pensar, sentir e agir do povo. Deve ser popular, anônimo e tradicional. Sua característica é a espontaneidade. Se as manifestações não são autênticas e fiéis, não temos folclore.

Os estudos folclóricos assumem hoje papel de alta relevância no Brasil e no mundo. Temos um Conselho Nacional de Folclore, criado pelo Decreto nº 50.438, de 14 de abril de 1961, e presidido pelo Ministro da Educação e Cultura, ao qual foi proposta a Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro.

Nosso folclore é resultante de um mestiçamento cultural e emana de três fontes: o português, o índio e o negro. Tem sido objeto de preciosos estudos, assim no passado como no presente. Entre nossos antigos folcloristas devemos citar Silvio Romero e João Ribeiro, que nos deixaram valiosos trabalhos de investigação. Entre os modernos e contemporâneos, alguns já falecidos, citarei Artur Ramos, Joaquim Ribeiro, Renato Almeida, Rossini Tavares de Lima, Luís da Câmara Cascudo, Théo Brandão, Bruno de Menezes, Mário Ypiranga Monteiro e Oneyda Alvarenga.

Entre os folcloristas brasileiros desejo dar o maior realce ao nome de Luís da Câmara Cascudo. Está festejando suas Bodas de Ouro literárias e culturais neste ano de 1968. Cascudo é, sem favor, uma das maiores culturas em nosso país. Seu “Dicionário do Folclore Brasileiro” é obra de encher mão. Que repertório opulentíssimo esse gigante conseguiu reunir sobre o nosso folclore! É autor, também, de uma esplêndida “Antologia do Folclore Nacional”.

Mário Ypiranga Monteiro é autor de numerosos trabalhos de investigações folclóricas, sendo sua obra capital o “Roteiro do Folclore Amazonense”, trabalho de fôlego e nomeada, ainda não concluído. É o Secretário Geral da Comissão Amazonense de Folclore (as Comissões não possuem Presidentes).

Ficam estes modestos apontamentos, escritos sem lustre de estilo e lantejoulas acadêmicas, porque dirigidos ao povo, que mais uma vez irá degustar o maravilhoso espetáculo de beleza, policromia e deslumbramento que é o já tradicional Festival Folclórico. Concluo com a belíssima exclamação dos salmos. “Felix populus qui exultare novitis!”. Feliz do povo que se sabe jubilar!


A ordem de apresentação do XII Festival, com 57 grupos inscritos e mais de 6 mil brincantes, ficou assim definida:

Dia 23 (domingo) – Desfile de abertura do “Festão do Povo”, a partir das 16 horas, no Estádio General Osório, de acordo com a ordem pré-estabelecida. Saudação das autoridades presentes no estádio.

Dia 24 (segunda) – À tarde. Cantiga de Roda Ciranda, Garrote Veludinho, Quadrilha Mirim Araruaminha na Roça e Garrote Canarinho. À noite. Quadrilha do Instituto Benjamin Constant, Pássaro Japiim, Dança Nordestina Primo do Cangaceiro, Dança Regional Ciranda e Bumbá Garantido.

Dia 25 (terça) – À tarde. Quadrilha Curupira na Roça, Garrote Sete Estrelas, Quadrilha Mirim Brotinhos de Santo Antônio e Garrote Flor do Bairro. À noite. Quadrilha Granfinos do Arraial, Bumbá Veludinho, Quadrilha São João na Roça, Dança Nordestina Bando de Antônio Silvino, Quadrilha Coronel Gama e Bumbá Amazonas.

Dia 26 (quarta) – À tarde. Quadrilha Mirim Caboclinhos do Amazonas, Dança de Roda da Praça 14, Quadrilha Mirim Tipiti no Roçado e Garrote Pena de Ouro. À noite. Quadrilha Escocesa na Roça, Pássaro Jaçanã, Dança Nordestina Cangaceiros da Chapada, Dança Regional Caninha Verde e Bumbá Ouro Preto.

Dia 27 (quinta) – À tarde. Quadrilha Mirim Brotinhos de São Lázaro, Quadrilha Mirim As Quatro Rosas, Quadrilha Mirim Caboclinhos de Brasília e Garrote Ás de Espada. À noite. Quadrilha Mocidade na Roça, Dança Nordestina Nordeste Sangrento, Quadrilha Soçaite no Interior, Bumbá Tira Teima e Tribo dos Maués.

Dia 28 (sexta) – À tarde.  Quadrilha Mirim Netos de Ajuricaba, Quadrilha Mirim Curumins da Colina, Quadrilha Mirim Gaveanos no Roçado e Quadrilha Mirim santo Antonio no Roçado. À noite. Quadrilha Jovem Guarda, Quadrilha Brotinhos de São Francisco, Garrote Malhado, Quadrilha Festa na Roça e Bumbá Tira Prosa.

Dia 29 (sábado) – À tarde. Roda de Cantiga da Tia Júlia, Quadrilha Mirim Filhos do Primo do Cangaceiro, Garrote Dois de Ouro e Garrote Vencedor. À noite. Quadrilha Araruama na Roça, Pássaro Papagaio, Dança Nordestina Cabras do Lampião, Dança Regional Cacetinho (Tarianos), Bumbá Caprichoso e Tribo dos Andirás.


No dia 30, domingo, o matutino O Jornal publicou uma matéria intitulada “Festão do Povo termina hoje com desfile e apresentação dos campeões”:

Encerramos, hoje, o XII Festival Folclórico do Amazonas, fabulosa realização de nossos Diários, líderes da imprensa amazonense, com o apoio do Governador Danilo Areosa, Prefeito Paulo Pinto Nery, do Grupamento de Elementos de Fronteira e da Companhia de Eletricidade de Manaus, com a total solidariedade de nossa gente. Terminamos hoje o Festão, com pleno sucesso, êxito absoluto, positivando que se trata, realmente, da maior festa popular do Estado e, no gênero, uma das maiores do Brasil, e vque deverá se desenvolver ao longo de toda a nossa existência, sempre mais bela, mais pujante, mais grandiosa, para orgulho e satisfação de todos nós.

O ritual do encerramento inclui o monumental desfile de todos os grupos folclóricos participantes do “Festão”, que se concentrarão na Praça São Sebastião e às 16 horas se deslocarão para o Estádio General Osório, e, por último, a apresentação, pela Comissão Julgadora, dos campeões do “Festão do Povo” de 1968. Todos os atos serão presididos pelo prefeito Paulo Nery, que também representará o governador Danilo Areosa, que estará ausente por motivos superiores.

Chegando ao fim do maravilhoso espetáculo de ritmos e cores que, por 7 dias, divertiu grandemente a população e encheu de alegria a cidade; que deslumbrou gente de fora que veio aqui para assisti-lo ou que por aqui esteve casualmente; chegando ao fim o Festival Folclórico, de muitas histórias e de muitas glórias, cumpre-nos o dever gratíssimo de agradecer a todos quanto nos ajudaram a realiza-lo e contribuíram, decisivamente, para o completo sucesso que alcançou, honrando os seus patrocinadores e dignificando o s seus participantes, de par com os momentos felizes vividos por todo um povo bom e amigo, como é o amazonense.

Nesse agradecimento, também vai a garantia de que já estamos inaugurando providências e medidas relacionadas com o XIII Festival Folclórico do Amazonas que, com as bênçãos de Deus, e a ajuda dos homens, realizaremos, com maior entusiasmo e maior vibração, em 1969. Salve o povo do Amazonas!


A Comissão Julgadora apontou como campeões os seguintes grupos, em que ocorreu pela primeira vez um empate triplo no primeiro lugar:

Bumbás: Caprichoso e Garantido.

Garrotes: Luz de Guerra e Malhado.

Danças Regionais: Cacetinho (Tarianos), Ciranda e Caninha Verde.

Danças Nordestinas: Cabras do Lampião.

Tribos: Andirás e Maués.

Quadrilhas mirins: Santo Antônio no Roçado.

Quadrilhas adultas: Granfinos do Arraial e Araruama na Roça.

Cantigas de Roda: Ciranda

Pássaros: Papagaio.

Dança Nordestina mirim: Filhos do Primo do Cangaceiro.

Melhor Brincante: João Ivo de Lima Santiago (Pai Francisco do Canarinho).

Melhor Amo de Bumbá: José Ribamar do Nascimento (“Zé Preto”, do bumbá Caprichoso).

Melhor Amo de Garrote: Hilário Felizardo de Souza (Malhado).

Rainha do Festival: Maria da Paz Fontenelle (Tribo dos Andirás).


Rainha mirim: Ana Maria Rodrigues (Curumins da Colina).

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