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quarta-feira, abril 06, 2011

GRES Reino Unido da Liberdade já está na rede!


Tal como prometido, acabo de colocar um ponto final na história dos Meninos do Morro, contando desde o primeiro desfile, em 1981, ainda como bloco “Reino Unido”, até o carnaval vitorioso deste ano, já consagrada como uma das grandes escolas de samba de nossa história.

São 30 anos de histórias divertidíssimas. Ficou curioso? Clique aqui.

Nas próximas semanas, começo a contar a história do grupo Ases do Pagode, que este ano completa 24 anos de atividades.


Pesou na escolha, claro, o fato de a Layana Pampolha, eterna rainha de bateria do GRES Reino Unido, ser filha do inesquecível Inácio, um dos fundadores do grupo.

Ela e seu irmão, Jorge, participam da atual formação do grupo, que está se apresentando todo os sábados, a partir das 19h, no Solarium Eventos (Rua Rio Javari, 277, canto com a Rio Madeira, em Adrianopólis, a um quarteirão da Esbam).

Dessa maneira, as postagens de abril ficam dedicadas exclusivamente ao Reino Unido da Liberdade e ao grupo Ases do Pagode.

Apesar de ser um trabalho que não conta com nenhum tipo de patrocínio, o objetivo do blog Amor de BICA é ser uma memorabília simples, mas funcional, do carnaval amazonense de todos os tempos.

Em janeiro e fevereiro, contei as histórias das bandas de carnaval (BICA, Mandy’s, Bhaixa da Hégua e Boulevard).

Em março foi a vez dos blocos (Andanças de Ciganos, Sem Compromisso e Reino Unido) que depois se transformaram em escolas de samba, dos grupos pioneiros de pagode (Pró-Álcool, Sambarca Show) e dos carnavais de clubes.


Em maio, começo a contar a história do GRES Vitória Régia e tentarei recuperar alguma coisa da Escola Mixta da Praça 14, a primeira grande escola de samba da cidade.

Também tentarei dar uma explicação sociológica para o fato de a Zona Centro Sul ter se transformado no berço do samba em nossa cidade.

Sugestões e críticas são bem vindas pelo e-mail simaopessoa@gmail.com.

Por enquanto, é isso aí!

Thiago de Mello pede renúncia à Academia Amazonense de Letras


por Jony Clay Borges

O poeta Thiago de Mello entregou, nesta terça-feira (5), à diretoria da Academia Amazonense de Letras (AAL), uma carta de renúncia solicitando o seu desligamento da entidade.

O pedido foi motivado por uma recente proposta de mudança do estatuto da AAL, atualmente em estudo, visando permitir sucessivas reeleições de uma diretoria.

As regras atuais só permitem uma reeleição após uma eleição, tendo cada mandato duração de dois anos.

Na carta de Thiago, à qual acritica.com teve acesso, o escritor se diz "constrangido e ofendido" com a proposta de mudança na AAL e pede seu desligamento "por dever moral e de fidelidade ao espírito fundador da Casa".

"Deixo a Academia constrangido pelas práticas e intenções recentes, ambiciosas de poder, de alguns de seus membros. Constrangido e ofendido, porque ferem a dignidade não apenas da Casa, mas o espírito democrático que deve presidir o convívio entre os seres humanos e suas relações sociais", diz um trecho do documento.

Thiago de Mello, autor do célebre poema "Os estatutos do homem", é membro da AAL há mais de meio século.

Ainda em sua carta de renúncia, ele lembra que relutou em fazer parte da entidade, mas que acabou cedendo "a uma carta de Djalma Batista e a um ‘carão’ de meu Pai".

À época, o escritor fora aclamado membro da Academia por proposta de Péricles Moraes, Waldemar Pedrosa e Álvaro Maia.

A proposição de alterar o estatuto da AAL para permitir sucessivas reeleições foi feita pelo artista plástico e escritor Moacir Andrade, durante uma reunião da diretoria da casa.

Por votação, os acadêmicos presentes decidiram formar uma comissão para estudar a questão e formalizar ou não a proposta.

Até esta terça-feira, a comissão ainda não havia se reunido, mas ainda assim a proposição causou incômodo entre alguns acadêmicos contrários à ideia de uma diretoria, atual ou futura, poder permanecer à frente da casa por período indefinido.


(fonte: jornal A Crítica, de 05.04.2011)

terça-feira, abril 05, 2011

Causos de Bambas: Joel Silveira


O magnata das comunicações Assis Chateuabriand convocou o jornalista Joel Silveira para correspondente de guerra no conflito 39-45 e avisou:

– Você me vá para a guerra, mas não me morra. Repórter não é para morrer, é para mandar notícias.

E, para agradar o Joel, convidou-o para batizar um avião, prática costumeira naquele tempo.

O avião seria chamado Pracinha.

O repórter, munido da garrafa a quebrar contra o aparelho, como se fazem com os navios, cercado por altas autoridade civis e militares, deu tamanha porrada no avião que a hélice caiu.

A princesinha do mar


Parado em um semáforo da Avenida Atlântica, durante uma manhã deslumbrante de Copacabana, o arquiteto Carlos Alberto Pigarrilho viu aproximar-se do carro uma garotinha no esplendor dos quinze anos, peitinhos assinzinhos, quase explodindo para fora de um corpo perfeito, coxinhas à mostra, toda deslizante, altiva, eterna, amanhecente, dona do bairro, da cidade, do mundo.

Um Learjet.

Veio vindo, veio vindo, orgulhosíssima, o centro mesmo da verdade, das atenções da natureza.

Nisso, na esquina, indiferente ao que se passa na calçada, atenta que está para o céu de si mesma, pisa numa bolachona de cocô de cachorro recém-produzido.

Horrorizada, o rosto em chamas, vê sua sandalinha de dedo ficar retida nos referidos dejetos, os entrededos do pezinho melados pela desagradável pasta mal cheirosa.

O Pinga:

– Pisou na merda, minha filha?

Ela:

– Pisei, filho da puta!

Turistas brasileiras em Nova York


De descendência americana, o empresário Jack Severa não tem nada a ver com o tipo comum de brasileiro, que, aliás, ele é, com muito orgulho.

Morando há muitos anos nos Estados Unidos, fala, evidentemente um inglês perfeito.

Ocorre que, em função dos seus negócios, viaja com frequência para o Rio e São Paulo e, com isso, não teve o acento português alterado.

Um dia, em Nova York, estava visitando uma loja de produtos eróticos, quando entram duas moças, assanhadíssimas, excitadas com as peças expostas, muito falantes, mexendo em tudo.

Brasileiras, com sotaque nordestino. Via-se que eram marinheiras de primeira viagem.

Uma delas, mais atirada, escolhe, entre os inúmeros falos de borracha exibidos no balcão, um destamanhão, dessa grossura, e manda – num inglês falado por um turco mudo – embrulhar o artefato.

Nessa hora, de pura sacanagem, o Jack, que até então conversava com o balconista na língua nativa lá deles, dirige-se às duas em sonoro português:

– Vocês não acham que vão ter problemas com a alfândega no Brasil?

Deram um gemido seco, crisparam-se, arregalaram os olhos cravados no Jack e, num movimento brusco, atiraram a maravilha em cima dele e sumiram desabaladas pela Rua 42.

Causos de Bambas: Picasso


Campeonato Rio-São Paulo, transmissão direta do Maracanã, inclusive para o Rio, televisão branco e preto ao vivo, tempo em que ainda existia a figura do “televizinho”, hoje praticamente extinta.

Adentra o gramado o time do São Paulo. Goleiro: Picasso.

Washington Rodrigues, locutor, começo de carreira, vai entrevistá-lo.

– Tudo bem, Picasso? Como você vê a partida?

– Tudo bem. Bom, faremos o possível, eu e meus companheiros, para proporcionar à torcida um bom espetáculo, de muita garra, muita luta e se Deus quiser tentaremos atacar e defender. O time está preparado para ir pra frente e a forma física de todos é excelente.

Washington:

– Picasso é nome ou apelido?

– É apelido que tenho desde pequeno.

– Você no colégio tinha jeito para desenho, para pintura, não é? Só devia tirar cem, não é?

– Não, eu era péssimo em desenho, não pintava nada.

– Ouviram, senhores telespectadores e televizinhos? O homem é Picasso e não é pintor. Vai ver é Picasso com cê cedilha!

Da série "Cachaça ainda mata um corno desses..."


Cerca de 2,5 milhões de pessoas na Alemanha são dependentes de álcool.

Além das doenças típicas resultantes – incluindo cirrose hepática, pancreatite e danos musculares e cardíacos – o excesso alcoólico modifica sobretudo o metabolismo cerebral.

O resultado são alterações de comportamento, também manifestadas em pequena escala.

Por exemplo: um indício de alcoolismo é a perda da capacidade de compreender piadas.


Piada como instrumento de medição

Quem “toma umas e outras” a mais acaba não achando mais graça em muita coisa – foi a constatação da neuropsicóloga Jennifer Uekermann, após uma pesquisa feita em conjunto com cientistas britânicos.

As anedotas deixam as pessoas alcoolizadas simplesmente perplexas, pois a região do cérebro encarregada do processamento do humor não reage mais à “pegadinha” final, que dá a graça à narrativa.

Piadas são um dos instrumentos utilizados pelos neurologistas para descobrir se e como os dependentes de álcool processam emoções e estímulos sociais.


A seleção de 24 anedotas apropriadas para a pesquisa foi trabalho duro, que coube a Uekermann.

– Fiquei responsável por escolher as piadas na internet: para isso li umas 20 mil.

E elas tinham que preencher certos critérios, como não se dirigir contra minorias.

Uma questão era se os dependentes do álcool reagem a emoções nos rostos ou na linguagem falada.

– A partir desses estudos que também realizei, passou a interessar-me o que se passa na cabeça de outras pessoas quando, por exemplo, são confrontadas com uma história ou uma anedota –, explica a neuropsicóloga.

– Pois, afinal de contas, as piadas são caricaturas de interações sociais.


As duas fases da graça

Em termos científicos, o processamento do humor ocorre em duas fases.

Primeiro, há a descoberta de uma incongruência e o seu esclarecimento.

Em segundo lugar, vem a capacidade de também perceber a farsa como algo cômico.

E isto depende da competência do ouvinte de se colocar na pele de outra pessoa, o que os neuropsicólogos denominam theory of mind.

Sob este aspecto, os pesquisadores britânicos apresentaram piadas incompletas a 29 alcoólicos e 29 pessoas saudáveis, dando-lhe como tarefa escolher a linha final adequada, entre quatro alternativas apresentadas.


Do primeiro grupo, poucos captaram a essência das piadas: sua cota de acertos foi de apenas 68%, contra 90% entre os não-alcoólicos.

Um fato que denota deficit funcional-cognitivo, explica Uekermann.

Humor privado e profissional

Entre as diversas regiões do cérebro responsáveis pela decodificação do humor, a principal é o córtex pré-frontal.

Situado na região da testa, ele desempenha funções-chave na convivência humana, entre elas o processamento de estímulos sociais e os processos mnemônicos no planejamento e na solução de problemas.


Portanto, o fato de o córtex pré-frontal não reagir a uma piada – independentemente de o indivíduo cair na gargalhada ou não –, denota problemas no contato com outras pessoas, tanto na vida profissional quanto privada.

Os resultados dessa pesquisa formam para Uekermann a base de um treinamento de competência social no contexto da terapia do alcoolismo, “de modo a facilitar o dia-a-dia para os alcoólatras, diminuindo suas dificuldades interpessoais”, explica.

Mesmo tendo que lidar forçosamente com o cômico, por motivos profissionais, a neuropsicóloga não desaprendeu o riso.

– Em geral, ainda sou capaz de rir com vontade – em especial de mim mesma. Mas, assim, de piadas normais, é difícil rir depois desse trabalho.

Dá para entender perfeitamente, vindo de alguém teve que medir o “fator divertimento” de 20 mil anedotas.








sábado, abril 02, 2011

'Se sobreviver, já será uma surpresa', diz Ozzy sobre turnê pelo Brasil


“Quando estou em casa eu só recolho cocô de cachorro. Mas, aqui entre vocês, sou um rei”.

De volta ao Brasil depois de três anos, o príncipe das trevas Ozzy Osbourne conversou com jornalistas na manhã desta sexta-feira em São Paulo, onde faz o segundo shows de sua turnê pelo país.

Ele se apresenta na capital paulista neste sábado (2) e passa em seguida por Brasília (5), Rio (7) e Belo Horizonte (9).

“Meus anos de festa foram incríveis, mas hoje estou no controle da minha loucura”, diz Ozzy Osbourne


Bem-humorado, vestindo sobretudo preto e óculos escuros, Ozzy aproveita a ocasião para lançar a reedição especial de Scream, seu último álbum de estúdio, que conta com três faixas inéditas e outras três ao vivo, além de uma curiosa capa em que ele aparece segurando a bandeira brasileira em uma montagem.

No show que já fez em Porto Alegre, porém, apenas uma canção do último disco entrou no repertório - recheado de faixas de sua antiga banda, o Black Sabbath.

“Faço música há 40 anos e tento escolher aquilo que sinto na hora. Se colocasse todas as músicas que me pedem faria um show de cinco dias”, brincou o roqueiro.

Ao ser questionado se poderia incluir alguma surpresa nos setlists das próximas apresentações no Brasil, Ozzy novamente fez piada.

“Se eu sobreviver, já será uma surpresa”, disse ele, que não descarta uma possível reunião com os antigos parceiros de Black Sabbath. “Possivelmente sim, mas eu não sei quando”, despistou.

Ozzy esteve pela última vez no Brasil em 2008, mas recordou com carinho a apresentação que realizou no Rock in Rio de 1985.

“Eu me lembro bem, foi algo enorme, estávamos no maior palco. As pessoas no Brasil amam música, são realmente apaixonadas. Sinto sempre essa paixão quando venho aqui, amo vir ao Brasil”, elogiou.


Aos 62 anos, o roqueiro garante que essa não será a sua última turnê.

“Farei shows até morto”, gritou. Tampouco pensa em voltar a estrelar um programa de TV, como o reality show “The Osbournes”, exibido de 2002 a 2005 na MTV.

“Não... rock’n’roll! Televisão é para preguiçosos”, enfatizou. “Fomos convidados para fazer apenas uma participação em ‘MTV Cribs’ [outro reality show da MTV dos EUA], e depois para fazer um programa que fosse uma extensão dele. Tente ter uma câmera em sua casa 24 horas, por sete dias da semana, enquanto sua mulher tem câncer e seus filhos, problemas com drogas. Você fica fucking loco”, explicou.

Quanto a seus próprios problemas com drogas, que atingiram o ápice nos anos 80, depois que ele deixou o Black Sabbath para sair em carreira solo, Ozzy garante que são coisas do passado.

“Já não bebo e não fumo, os meus anos de festa foram incríveis. Hoje estou no controle da minha loucura. Tem muitos momentos em que gostaria de apagar, mas eu não lembro deles.”

Richards, Bieber e Gaga


Mais confiável que sua própria memória, a biografia “Eu sou Ozzy” (Editora Benvirá), do ano passado, pode ganhar uma segunda parte.

“Não fui eu que a escrevi, apenas dei uma entrevista. O escritor diz que há material de sobra para outro livro, mas se eu fosse pôr minha vida inteira num livro ele seria desse tamanho”, brincou, esticando os braços.

Lançada no Brasil quase ao mesmo tempo que a sua biografia, a história de outro sobrevivente do rock, o rolling stone Keith Richards, não parece interessar muito ao cantor, que no passado chocava o público mordendo pombos e morcegos no palco.

“Biografias de músicos de rock'n'roll são sempre a mesma história: eles quase morrem, amam o que fazem...”, desdenha.

Quanto a Justin Bieber, o fenômeno teen de quem ficou “amigo” depois de estrelar um comercial na TV americana, Ozzy revelou que continua sem dar a mínima para a música do garoto.

“Olha, eu não ouço Justin Bieber, não acho que ele estará aqui em 40 anos como estou hoje. Eu gostava da... Esqueci o nome daquela puta... Lady Gaga! Mas agora ela está chata pra caralho...”.


(fonte: Portal G1)

Mombojó celebra 10 anos de rock fazendo show com Mundo Livre S/A, no Circo Voador


Por Marina Cohen

Parece que foi ontem que aqueles moleques de Recife montaram uma banda de rock com pitadas de maracatu chamada Mombojó. Mas não foi.

Nesta sexta-feira, o grupo completa exatos 10 anos, e, para celebrar, seus músicos fazem dois shows no Rio este fim de semana.

A noite de gala é na própria sexta, quando os cinco pernambucanos tocam no Circo Voador com os conterrâneos do Mundo Livre S/A.

No dia seguinte, os músicos aproveitam a passagem pela cidade e invadem o Teatro Rival ao lado do cantor China, para tocar o repertório do Del Rey.

- Ficamos muito felizes com o convite do Circo, um dos palcos mais importantes do país e que tantas vezes nos recebeu - orgulha-se Felipe S., vocalista do grupo, cujo primeiro ensaio rolou dia 1 de abril de 2001. - Foi nosso marco zero.

Já no sábado, quatro integrantes do Mombojó se unem ao músico China para levar ao Rival a Del Rey, banda que faz versões roqueiras e incendiárias para canções de Roberto Carlos.

Felipe, que nesse projeto paralelo assume a guitarra, diz que o Rio é uma cidade especial para os integrantes do Mombojó.

- Foi uma revista carioca que distribuiu nosso primeiro disco, e o público é sempre muito caloroso. Além disso, temos vontade de fazer parcerias com músicos cariocas.


Este fim de semana, na verdade, abre caminho para mais comemorações.

Ainda em 2011, a banda volta à cidade para três shows consecutivos, durante os quais vai tocar seus três CDs na íntegra.

O Mombojó é considerado líder do chamado pós-manguebeat.

Ao longo de 10 anos, os rapazes lançaram os CDs "Nadadenovo", "Homem-Epsuma" e "Amigo do tempo".

Este último, de 2010, saiu após quatro anos sem inéditas.

Nesse intervalo, o grupo perdeu dois integrantes: o flautista Rafael Torres morreu em 2007 e o violonista Marcelo Campello deixou a banda no ano seguinte.

sexta-feira, abril 01, 2011

Enquanto isso no blog da Cleycianne, uma serva de Deus…


Toda mulher ungida sabe que quando a vagina fica molhada é porque Satanás está por perto!!

Quando eu era Oca até quando via dois cachórros fornicando na rua eu ficava com a vagina umidificada, molhava tanto que até aparecia na calça jeans.

Hoje como sou uma mulher ungida, tomo alguns cuidados para que isso não aconteça.

Pois ao presenciarmos qualquer tipo de fornicação, a vagina fica úmida como se Satanás a tivesse regado com pecado e nem as mulheres de bem estão livres disso.

Por isso fiz uma listinha de dicas para todas as mulheres ungidas. Dicas valiosas para que Satanás nem ouse chegar perto de sua vagina. Vamos conferir:

- Evite lavar a vagina com os dedos ou chuverinho, prefira a lavagem rápida e superficial, sem muito toque;

- Não olhe para a língua das lésbicas masculinas;

- Evite comer bananas, cenoura e outros legumes com formato de pênis. Se for comer, os corte de olhos fechados, para que você não veja o formato do vegetal;

- Não use bidê após defecar;

- Não deixe seu namorado colocar as mãos em seus seios, vagina, ânus, braços, pescoço, barriga… permita apenas que ele pegue em suas mãos, pois o fogo satânico pode subir e sua vagina molhar;

- Só coma linguiças e salsichas se elas forem picadinhas;

- Não escute músicas de cantores fornicadores como Fábio Junior, Maria Gadú, Leonardo e outros;

- Não chupe picolé, prefira sorvete de massa com colherzinha;

- Não use calcinhas que entrem em sua vagina;

- Não deixe homens e lésbicas masculinas a encoxarem em coletivos, como ônibus, metrô, trem… se sentir uma aproximação desvie o quadril ou se solte um gás intestinal para que o agressor se distancie;

- Em dias quentes não refresque a vagina com gelo;

- Evite usar o celular no vibra call (chamada vibratória em inglês);

- Não coloque travesseiro entre as pernas para dormir;

- Desvie o olhar ao ver cachórros fornicando;

- Não use absorvente de introdução;

- Ao acordar, coloque a mão sobre sua órgã sexual, ore em línguas e peça para que o Senhor a proteja de todo o mal;

- Evite olhar para o volume da calça de homens negros;

- Não marque consulta com ginecologista do sexo masculino;

Alguns dizem que Deus faz com que a nossa vagina fique molhada para que o pênis entre mas fácil, mas isso é mentira!!

Se for fazer sexo reprodutivo com o seu varão, lubrifique sua vagina com óleo ungido para dar proteção e para que o esperma fecundador dele chegue todo feliz em Cristo em seu úngido óvulo!!

Espero que tenham gostado de minhas dicas, pois elas também servem para a anti-sensualização!! Ai, como adoro passar conhecimento!!

Cley é inteligente, Cley é exemplo, Cley é ungida!! Cley é sequinha em Cristo!


Estão duvidando? Então acesse http://www.cleycianne.com/2010/12/como-proteger-sua-vagina-da.html

Ou, se preferir, http://www.cleycianne.com/2011/02/como-se-curar-do-homossexualismo.html, que ela ilustrou com uma foto do Reynaldo Gianecchini...

quinta-feira, março 31, 2011

Ronaldo Tiradentes e Simão Pessoa absolvidos da acusação de racismo


Acusados de prática de racismo qualificado, em razão da publicação da matéria jornalística que criticava o comportamento de um grupo de afro-descendentes que se insurgia contra a criação do “dia do caboclo”, os jornalistas Ronaldo Tiradentes e Simão Pessoa foram absolvidos pela juiza Margareth Rose da Cruz Hoagen, da 4ª Vara Criminal:

"Ante o exposto e, por considerar ausente o dolo específico, ou seja, a vontade livre e consciente de ofender a raça negra, julgo improcedente a queixa-crime oferecida por Valdemar da Silva e absolvo os réus nos temos do artigo 397, III,do CPP", diz a juiza na sua decisão, afirmando que não houve por parte de Simão e Ronaldo a intençãode praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, e que não há a figura do dolo.

"Neste caso, a absolvição é medida que se impõe desde logo, já que este juízo está convencido que não houve crime, não valendo a pena levar adiante um processo em que, ao final, os acusados seriam declarados inocentes de qualquer maneira," conclui a magistrada.

(fonte: Portal do Holanda)


Nota do editor do mocó:

Valdemar da Silva é um pau mandado do afro-neguinho Juarez Silva, um maranhense que caiu de para-quedas aqui na aldeia há alguns anos e agora se acha as pregas do boneco Peteleco.

No ano passado, o juiz Carlos Zamith Jr. republicou no blog dele um causo que contei aqui no mocó, envolvendo a suposta homossexualidade do escritor Padre Nonato, e o apedeuta afro-crioulinho entrou pela porta de serviço somente para me esculachar.

Leiam a presepada aqui.

Aliás, eu devia processar esse ignorante afro-pretinho fascista por me fazer passar por analfabeto.

Só um ignorante afro-pretinho fascista e analfabeto da marca dele seria capaz de escrever fascismo do jeito que ele escreveu...

Tomou, papudo?

quarta-feira, março 30, 2011

Como carcar uma professora


Aleluia, garotão, que agora chegou a tua vez!

É, estou falando com você mesmo, que roubou este Tablet do teu pai e está lendo esse blog safado escondido dentro do banheiro.

Negócio seguinte.

Levando em conta que você já repetiu três vezes o segundo ano, não tem o mínimo pique para estudar e não tem a menor idéia do que vai fazer na vida – se cursar uma faculdade, servir o Exército ou encarar um emprego de motoboy –, a melhor coisa é relaxar e gozar, aproveitando a escola de uma maneira muito mais interessante e prazerosa.

Antes de mais nada, você deve fazer uma seleção rigorosa entre as professoras que desfilam na tua classe.

A de Matemática, você descarta logo de cara, pois tem óculos de fundo de garrafa, veste uma saiona até o sapato e é muito pentelha.

As de Geografia e História também, pois, em geral, elas têm pernas finas e narigões compridos e feios.

A de Biologia, benza Deus, mas têm a maior pinta de lésbica.

Fique entre a professora de Português e a de Inglês.

A primeira, mesmo que seja ajeitadinha de corpo, é broxante, pois te obriga a ler os livros mais chatos do Érico Veríssimo durante as férias. Sem chance.

Escolha a professora de Inglês, que tem aquelas tetonas lindas balançando quando anda de lá pra cá, falando coisas tipo:

– This book is on the table. Repeat, please!

Não negue, você sempre teve o maior tesão por ela, desde os primeiros anos e já se molhou umas quatro vezes sonhando com ela.

Lembra daquela saia curtíssima que ela usava e você ia se agachando discretamente na carteira pra ver a calcinha?...

Pois, então, não perca esta chance.

É hora de ir à luta. Preste atenção em todas as dicas que serão apresentadas a seguir e siga atentamente as instruções passo a passo, que você vai ver como tudo dará certo.

A melhor época é o fim do ano, quando a metade da classe já passou e costuma não freqüentar mais as aulas.

O terreno fica mais livre e você mais à vontade pra colocar o plano em prática.

Pra início de conversa, você tem de fazer o tipo carente, filho único meio triste, maltratado pelos pais e que trabalha fora pra ajudar a família.

Você tem de inventar que teu pai é alcoólatra e vive distribuindo porradas tanto na tua mãe, quanto em você, sem o menor motivo.

É por isso, você lhe diz, que não consegue acompanhar as lições, vai mal em Inglês e se confidencia com ela todo fim de tarde, falando sobre isso e espalhando charme na conversa.

Aí, meu chapa, tem um dia que ela entra na classe com uma saia minúscula, bem acima dos joelhos, e uma camisetinha regata branca apertando os seios bicudinhos.

Aquele cabelão loiro descendo pelos ombros sobre as costas nuas, como lindas serpentes douradas, vão te deixar completamente louco.

É o dia ideal para o desemabarque das tropas na Normandia.

Quando tocar o sinal encerrando a aula e a turma começar a ir embora, você diz que quer ter um particular com ela.

E ela diz toda mãezona:

– Claro, pode dizer, aconteceu alguma coisa?

– Meu pai. Ele ontem me deu a maior surra da paróquia!

– Mas, por quê?

E você, discretamente, abre a camisa e mostra pra ela aquela feridona nas costas que você ganhou ao cair do skate.

– Que monstro! – ela deve dizer, passando delicadamente os dedos pelo vergão.

E você, patético:

– Isso dói.

Aí, dá um tempo e completa:

– Dói mais lá dentro, sabe?...

Após dizer isso, você tem de segurar a respiração, entrar numa crise de choro e abraçá-la bem forte.

Encoste o rosto nos seios da professora, sentindo aquele bafo cálido e perfumado que vem do reguinho.

E ela te dará todo o carinho do mundo, claro. Amiga é pra essas coisas.

Quando ela começar afagar os teus cabelos, finja que suas mãos desabaram direto nas coxonas dela.

– Eu preciso de amor e de compreensão! – você deve dizer, entre os soluços. “Eu não sou um cara ruim”.

E ela vai dizer, compreensiva:

– Claro que não, meu bem, claro que não!

Finja que vai se apoiar nela e ponha as mãos nos peitinhos.

No mínimo, ela vai achar que é um ato reflexo de carência afetiva e isso irá despertar o lado maternal de toda fêmea.

Nessas alturas do campeonato, você deve forçar um pouco a barra.

– A senhora sabe que minha mãe nunca me amamentou quando eu era pequeno?...

– Por que?

– Sei lá. Acho que ela jamais gostou de mim...

E você aperta os peitinhos dela, acariciando-os. Beije o colo dela e o pescoço.

Se achar que já é hora, puxe a camisetinha pra baixo, fazendo com que uma tetinha salte pra fora.

Não dê moleza: abocanhe-a, chupando com a maior força, mas delicadamente, como um nenê faminto.

Ponha a mão no outro seio e deslize o dedo indicador em torno do mamilo.

Encoste todo o seu corpo na professora, pressionando seu drops sobre uma das coxas, e empurre-a delicadamente até que suas costas fiquem diretamente grudadas na lousa.

Não tire a boca do seio direito mesmo que toque o alarme de incêndio nem pare de massagear o seio esquerdo mesmo que o bedel entre na sala.

Com a mão livre levante a saia da sacana e com o dedo do pé, comece a baixar a calcinha.

Aquelas aulas de capoeira onde você aprendeu a tocar berimbau com a moedinha presa entre os dedos dos pés tinham mesmo de servir para alguma coisa.

A partir daí, garotão, é contigo.

Vai fundo que não é sempre que você vai ter uma oportunidade dessas.


terça-feira, março 29, 2011

Encontrando chifre em cabeça de cavalo


Diferente do viado, que não consegue esconder seu destino manifesto, identificar um corno é um pouco mais complicado.

Sabemos que, como Cristo, ele está no meio de nós, mas, afinal de contas, quem é esse bicho escroto chamado corno?

A palavra corno vem do latim “cornus”, nome dado àquele apêndice duro e recurvo que guarnece a fronte de alguns animais.

A denominação de “cornudo” ou “chifrudo” atribuída ao homem que é traído pela companheira teve origem na Idade Média.

Em algumas regiões da Europa, quando o marido flagrava a sua própria esposa com outro, ele tinha por obrigação moral lavar a sua honra com sangue, ou seja, teria de matar os dois.

Caso isso não fosse feito, os habitantes da aldeia lhe colocavam na cabeça uma espécie de chapéu com dois enormes chifres ou cornos, e o “chifrudo” era empurrado pelas ruas, sendo motivo de gozação pelas pessoas do lugarejo.

Em Portugal, no ano de 1751, o rei Dom José baixou uma lei destinada a proteger os casados do hábito, então freqüente, de se colocar chifres nas portas de suas casas onde acontecia uma traição.

Naquela época, em Portugal, quando os amigos ou conhecidos não tinham coragem de contar ao colega que o mesmo estava sendo traído, colocavam chifres na porta do corno para alertá-lo do fato.

A moda pegou e alguns desordeiros começaram a colocar chifres nas residências, mesmo que o proprietário não fosse corno.

Dom José baixou a lei proibindo o fato, determinando que todos os que fossem pegos nessa atividade seriam presos e enforcados.


De acordo com os últimos avanços da ciência, sabemos agora que ninguém é corno por acaso. O corno já nasce corno.

Em se tratando de chifres, portanto, não há culpados: há destino.

Os próprios tribunais de alçada estão cada vez mais convencidos disso, tanto que depois de encher de chumbo a consorte, não adianta o sujeito alegar em juízo que se casou com uma vagabunda, que sua mulher era uma tremenda piranha, que a megera depois de velha deu pra dar pra todo mundo.

Nada disso. O chifre não é conseqüência do casamento, mas sim do nascimento.

O problema reside no fato de que determinados homens não produzem espermatozóides, mas espermatocornos.

A exemplo de seus primos, eles também são uns bichinhos rabudos e rebolativos que viajam na maionese, porém, com algumas diferenças de ordem comportamental.

O espermatocorno, por exemplo, não tem por finalidade fecundar o óvulo. O que ele quer mesmo é “dar o flagrante”.

Assim, ao ser cuspido, ele dá imediatamente o seu grito de guerra: “Cadê ele? Cadê ele? Hoje eu mato aquele cachorro!”.

Daí, ao invés de seguir o caminho natural dos espermatozóides, ou seja, disputar uma corrida de 100 metros rasos em direção ao óvulo, o espermatocorno fica escondido na trompa, só de olho.

O negócio dele é dar porrada: “Hoje eu pego aqueles dois!...”.

Devido a uma mutação genética ainda não muito bem explicada pela Ciência, o espermatocorno possui um discreto chifrinho bem no meio da testa, que ele usa para fustigar o óvulo: “E então?! Vai contar ou não vai? Ele não veio hoje não, é? Fala, miserável, fala, antes que eu te arrebente todo de porrada!”.

Ocorre, porém, que numa dessas fustigadas o espermatocorno pode acabar fecundando o óvulo, cedendo parte da sua carga genética para o novo ser a ser gerado, ou seja, o futuro “corninho”.

Felizmente, a natureza protege mãe e filho enquanto o corninho está no útero. Chifres de verdade, este novo ser humano só terá depois de nascer.

Ainda bem, né? Imaginem se o bebê-corno já nascesse com chifres? Adeus, xoxota, não é, gafanhoto?


De qualquer forma, o grupo dos cornos é grande e solidário, e continua em fase de crescimento.

Afinal de contas, todo verdadeiro corno adora chegar para o seu colega e revelar que ele também é chifrudo.

Isso dá uma ótima desculpa pra encher a cara e cair de bêbado sem que ninguém venha lhe importunar.

Existe alguma energia mística ligando a confraria dos cornos.

Os homens que usam peruca de touro tendem a se reunir em rodinhas de bar e discutir muito.

Normalmente, eles ficam horas e horas se vangloriando de terem comido as mulheres A, B e C.

Além de ser tudo mentira, a mulher D, de “deles”, aproveita essas horas para mandar brasa em casa com o Ricardão.

É relativamente fácil reconhecer um corno na multidão, principalmente quando ele está acompanhado “dela”, ou seja, da vadia.

Observe atentamente os casais que passam por você e depois tire as suas conclusões:

Ela é gostosa, ele é bundão.

Ela anda de minissaia acima dos joelhos, ele anda de bermudão abaixo dos joelhos.

Ela é toda jeitosinha, ele é todo sem jeito.

Ela usa roupa decotada até o umbigo, ele usa suspensórios sobre a barriga.

Ela parece séria, ele parece babaca.

Ela chama ele de “paizinho”, ele chama ela de “mozão”.

Ela masca chicletes, ele chupa jujuba.

Ela usa calcinha de renda, ele veste cueca de copinho.

Ela é toda “cheguei”, ele é todo “já era”.

Ela usa desodorante íntimo, ele usa naftalina e pó granado.

Ela gosta de caldo na cama, ele adora caldo de cana.

Ela suspira quando ele chega, ele baba quando ela vai embora.

Ela nega que esteja saindo com o rapaz da tevê a cabo, ele acredita.


Você pode também ter certeza de que o sujeito é corno se ele é useiro e vezeiro em usar expressões como estas:

– Mô-ô, cheguei!!!

– Hoje, não, bê-nhê... eu tô exausto!

– Sexo não é tudo na vida!

– Lá em casa quem decide se vai “ter” sexo ou não, sou eu!

– Eu li numa revista que transar demais faz mal pra próstata!

– Amô-ôr, que horas você vai voltar?

– Hoje só tô a fim mesmo é de tomar um uisquinho e depois cair na cama!

– O mais importante na vida do casal é o diálogo e o respeito mútuo!

– Corno não tem que ter vergonha de ser corno! Isso faz parte da vida, boi só usa chifres de enxerido...

– Eu não sou corno! Tenho certeza, né, amor?...


A grande dúvida existencial da humanidade é saber como se comporta o corno brasileiro quando encontra sua mulher com outro macho na cama. Há algumas pistas:

O paulista: não diz nada e depois resolve fazer terapia, pois afinal de contas o problema deve ser dele.

O carioca: como é chegado uma boa sacanagem, junta-se aos dois e faz uma suruba até o sol raiar.

O mineiro: valente e machista, ele mata o sujeito e continua casado com a mulher.

O gaúcho: como é chegado a um espeto, mata a mulher e fica com o sujeito.

O baiano: acha porreta e volta para a casa da neguinha cheia de axé, de onde saíra mais cedo do que de costume pra ir pra casa.

O cearense: vai na bodega, toma uma garrafa de cachaça de cabeça, entra em casa e passa os dois na ponta do punhal. No dia seguinte, arruma outra mulher.

O pernambucano: abre uma sombrinha colorida e começa a fazer passos de frevo dentro do quarto pra ver se o sujeito fica assustado e vai embora.

O paraense: vai na cozinha, pega uma panela cheia de maniçoba e obriga o sujeito a comer aquela gororoba toda, para matá-lo de indigestão.

O mato-grossense: laça o sujeito pelo pescoço e o leva para ser trabalhador-escravo nas gigantescas plantações de soja.

O paranaense: vai na casa do escritor Dalton Trevisan, conta o ocorrido e vira personagem de um novo conto do Vampiro de Curitiba.


O catarinense: diz com desprezo “ah um relho nas costas!”, aí pega a prancha de surf e vai pegar ondas em Camboriú.

O acreano: enche a cara de Santo-Daime e jura que tudo não passa de uma miração na borracheira.

O roraimense: não faz absolutamente nada. Se os gafanhotos comiam 10% do orçamento do Estado e ninguém tentava impedir, como evitar que um deles comesse a sua mulher.

O amazonense: pega o tururi no armário e vai brincar de CarnaBoi com outros cornos iguais a ele.

O maranhense: vai sentar na sala até que os dois terminem o que estão fazendo, pra ele poder dormir um pouco.

O brasiliense: fica puto da vida, vai pro Congresso e inventa mais um imposto.

O paraibano: enche a intrometida de porrada, chicoteia o cabra da peste, salga e o dependura, pra fazer carne de sol.

O goiano: pega sua viola e cai na estrada à procura de outro corno para montar uma dupla sertaneja.

Os outros cornos brasileiros ainda não foram aprovados pelo Inmetro.


Em linhas gerais, entretanto, o corno é um sujeito metódico que consegue empurrar o casamento com a barriga sem jamais mijar fora da bacia.

Faz o gênero fiel pra caralho.

Antes de trepar, escova os dentes com pasta Crest, passa desodorante Avanço nas axilas, pó antiséptico Granado nos pés, faz a barba com o AtraPlus da Gillette, passa lavanda Lancôme no rosto, coloca um pijama limpo de algodão, liga o ar-condicionado e apaga a luz.

Só conhece o papai-e-mamãe.

Se um dia a mulher lhe chupar o pau, ele nunca mais vai ter coragem de beijar na boca da merepeira.

Também não come a bunda da distinta porque acha que isso não é coisa de mulher direita.

Depois de dar aquela semanal de lei, vira pro lado e dorme.

A mulher então aproveita para tocar uma siririca imaginando que está participando de um filme sueco de sacanagem e sendo enrabada por dois cavalos manga larga.

Mulher mal amada tem uma imaginação fértil pra caralho e só pensa em putaria.

É óbvio que um dia, para fugir da estafante rotina conjugal, a rapariga vai acabar terceirizando a pomba do marido com o primeiro encanador mais bem apessoado que bater na porta.

Pronto, eis mais um novo membro da confraria zen vergonha batizada de Irmandade de São Cornélio.


Seus sócios possuem características distintas:

O corno esclarecido, que ao descobrir que. a vagabunda costura pra fora, explica que é melhor comer pudim acompanhado do que merda sozinho.

O corno vingativo, que depois que descobre a sacanagem começa a dar a bunda pra se vingar da piranha.

O corno coveiro, que sabe da notícia, mas enterra o assunto.

O corno ganso, que sabe que é corno, mas só faz barulho.

O corno advogado, que tem conhecimento do chifre, mas defende a cadela.

O corno papai noel, que apesar de levar chifre sempre traz um presentinho para a vagabunda.

O corno fofoqueiro, que corre pro boteco pra contar pros amigos que foi traído.

O corno astronauta, que quando descobre que levou chifre entra em órbita.


O corno cego aderaldo, que acha que esse negócio de chifre não tem nada a ver.

O corno cortiça, que os amigos dão um toque, mas ele continua boiando.

O corno azulejo, que a marafaia põe chifre porque é baixinho, quadrado e liso.

O corno 120, que flagra a égua fazendo 69 e vai ao bar encher a cara de Caninha 51.

O corno camaleão, que quando descobre que é corno muda de cor.

O corno economista, que toda semana faz cortes no orçamento pra murixaba gastar com presentes pro ricardão.

O corno besta-fera, que quando não sabe é a maior besta, e quando descobre fica uma fera.


O corno panela-de-pressão, que quando leva um chifre chia barbaridade e só falta explodir.

O corno raposa, que quanto mais a mulher galinha, mais ele corre atrás.

O corno iô-iô, que vai embora de casa, mas depois volta.

O corno penico, que vê tudo, mas não faz nada.

O corno cigano, que toda vez que leva um chifre muda de bairro.

O corno curioso, que contrata até detetive pra saber com quem a vigarista está trepando.

O corno xuxa, que fica em casa tomando conta dos baixinhos enquanto a messalina vai galinhar.

O corno churrasqueiro, que coloca a mão no fogo pela tolerada enquanto ela usa o espeto do vizinho.

O corno celular, que leva chifre porque, quando não está ocupado, está fora de área.

O corno cachorro doido, que fica babando de raiva, mas não faz porra nenhuma.

O corno brastemp, que leva chifre à vontade mas não esquenta com nada.

O corno galeto, que não pode levar ninguém em casa que a findinga logo arrasta a asinha.

O corno elétrico, que quando descobre que é corno leva um puta choque.

O corno brahma, que fica suando frio e espumando ao saber que a dita é a número um do ricardão.


O corno submarino, que depois que leva um chifre passa o resto da vida na maior água.

O corno eu-sou-negão, que sabe que é corno, mas vive negando.

O corno tom, bom, que basta sair de casa pro vizinho dar no couro da vaca.

O corno bateria, que tem sempre solução pro chifre e nunca pede água.

O corno pai de santo, que sempre que chega em casa tem que tirar um cabelo de cima da safada.

O corno tv cultura, que vive sintonizado nos casos da bagaceira mas não pega nem fantasma.

O corno NBA, que não dá bola pras enterradas do ricardão no aro da rascoa.

O corno fórmula Indy, que quando alguém fala em chifre sai correndo a mil por hora.

O corno coreano, que quando resolve abrir o olho a quenga já deu pra meio mundo.


O corno mãe Dinah, que no dia em que conhece a zabaneira já sabe que vai ser corno.

O corno Mike Tyson, que cada vez que leva um chifre, enche a merepeira de porrada.

O corno tamanduá, que passa a vida prometendo que vai fazer a mundana amanhecer com a boca cheia de formigas.

O corno papel higiênico, que fica branco de susto e depois entra na maior merda.

O corno ventríloquo, que basta ser corno pela primeira vez pra começar a falar pelos cotovelos.

O corno aqua velva, que quando alguém fala em chifre coloca logo a barba de molho.

O corno cantor de churrascaria, que enquanto canta pros outros comerem, ou outros comem a sua mulher sem precisar cantar.


O corno descolado, que acha que levar chifre ou ser citado na coluna do Swann não é pra quem quer, mas pra quem pode.

O corno São Tomé, que só acredita vendo.

O corno cowboy, que ninguém precisa contar porque ele saca primeiro.

O corno mentiroso, que diz pra todo mundo que nunca levou chifre

O corno caixa de marcha, que vivem trocando de mulher porque foi corno na primeira, na segunda, na terceira, na quarta, na quinta...

O corno abelha, que faz a maior cera para entrar em casa e quando entra está tão cheio de mé que não levanta o pau.

O corno barraqueiro, que enquanto abre a cerveja na banca a mulher mostra o caranguejo pro freguês examinar.

O corno garrafa, que toda vez que chega em casa quebra a garrafa e a mulher vai vender o fundo na rua.

O corno garçom, que sempre entrega a mulher de bandeja pro amigos.

O corno ronaldinho, que enquanto ele bate uma pelada com os amigos a mulher dele entra em convulsão com uma turma de franceses.

O corno dentadura, que só acha ruim no começo mais depois acostuma.

O corno mãe-joana, que a mulher diz que vai para a casa da mãe e não passa nem perto.

O corno pingüim de geladeira, que quando tem visita a mulher lhe esconde dentro do guarda-roupa.

O corno professor de matemática, que enquanto reprova a turma no colégio a mulher leva pau do ricardão.


O corno pipoca, que quando pega a mulher com outro fica pulando pra lá e pra cá, mas não faz porra nenhuma.

O corno anfitrião, que dorme na cozinha, acorda de manhã cedo, faz café, vai até o quarto da mulher, bate na porta e diz “mulher, pergunta desse nojento se é pra adoçar o café dele com açúcar ou dietil?”.

O corno bateria, aquele que seu caso de cornice não tem mais solução.

O corno botijão, que sempre que a mulher quer trepar diz que esta sem gás.

O corno malária, que se treme todo e finge estar com febre só pra mulher não arredar o pé da cama.

O corno raimunda, que a mulher é feia de cara mais boa de bunda.

O corno relojoeiro, que fica na esquina contando às horas que faltam pro ricardão ir embora.

O corno panelada, que leva chifre porque só tem bucho, gordura e tripa mole.

O corno urubu, que deixa um filé em casa pra comer carniça na rua.

O corno cambista, que enquanto está apontando o jogo do bicho, a mulher está fazendo a rota.

O corno raspadinha, que a mulher sai de casa sem um tostão e volta cheia de presentes, mas com a costa toda arranhada.

O corno passarinho, que a mulher não pode ver uma michoca dando sopa que avança logo em cima.

O corno camareiro, que quando levanta de manhã cedo arruma a roupa da cama pro ricardão quando chegar de tarde não reclamar.

O corno muçum, que se não bastasse ser preto, ainda por cima é liso.

O corno dorminhoco, que rola na cama enquanto a mulher se vira.


O corno quiabo, que tem mais pontas na cabeça do que maxixe, mas é cheio da baba.

O corno toureiro, que usa roupa apertadinha porque nasceu para ser chifrado.

O corno indeciso, que quando descobre que é corno não sabe o que fazer.

O corno estilista, que toda vez que sai de casa a mulher pinta e borda.

O corno mestre-cuca, que quando descobre que leva chifre, cozinha o assunto em banho-maria.

O corno diarréia, que quando fica pelado a mulher diz “lá vem você com essa merda mole de novo!”.

O corno prevenido, que antes de sair do escritório liga pra casa avisando que já está indo pra dar tempo do ricardão cair fora.

O corno machão, que sempre que briga com a mulher, manda ela procurar outro macho.

O corno intelectual, que chega em casa e diz “não adianta mentir, porque agora eu sei de tudo” e a mulher rebate “ah, é, então me diz qual é a capital da Somália”.

O corno político, que vive prometendo deixar a mulher mas nunca cumpre a palavra.

O corno artista plástico, que enquanto está expondo na galeria a mulher está pintando o sete no motel.


O corno mesa redonda, que passa a noite discutindo futebol com outros cornos iguais a ele.

O corno garnizé, que é metido a valente, fode com o cu, dorme no pau e a mulher é uma tremenda galinha.

O corno mecânico, que enquanto leva o carro pra oficina a mulher vai trocar o óleo com o ricardão.

O corno picolé, que além de corno ainda dá pinta de ser uma frutinha gelada.

O corno sapatão, que a mulher lhe deixou por uma lésbica.

O corno papudinho, que fica matando o bicho no boteco enquanto o ricardão mata o bicho da mulher em casa.

O corno evangélico, que sempre pede a Deus para perdoar a mulher porque ela não sabe o que faz.

O corno ateu, que vê a mulher fodendo com outro na sua cama mas não acredita.

O corno denorex, aquele que não parece mais é.

O corno ambulância, que quando vê a mulher com outro sai gritando: uau! uau! uau!


O corno hiena, que mesmo levando chifre todo dia vive rindo à toa.

O corno galo de briga, que tem chifre até nas canelas.

O corno medroso, que quando o ricardão chega em casa se esconde dentro do armário.

O corno diabético, que sabe que é corno mais ainda faz cu doce.

O corno jacaré, que só serve para dar bolsa e sapato pra madame.

O corno salário-mínimo, que alem de pequeno e feio, só comparece uma vez por mês.

O corno zorro, que anda de máscara para não ser reconhecido, mas só parece um Tonto.


O corno yopa, que sempre que sai de casa a mulher fica gritando: ai, kibon! ai, kibon! ai, kibon!

O corno elefante, que se separa da mulher mas nunca mais esquece o chifre.

O corno astrólogo, que a mulher tem um amante fixo para cada fase da lua.

O corno teimoso, que leva chifre tanto da mulher quanto da amante.

O corno do mato, que quando leva um chifre sai gritando: eu mato! eu mato! eu mato!

O corno ginecologista, que sempre diz pros amigos que vai dar um toque na mulher.

O corno agulha, que não consegue colocar a mulher na linha.

O corno bilharito, que a mulher não pode ver duas bolas e um taco que abre logo a caçapa.

O corno lagartixa, que fica olhando a mulher de longe só balançando a cabeça.

O corno datilografo, que quando descobre que é corno fica cheio de dedos.

O corno esparadrapo, que depois que leva um chifre não desgruda mais da mulher.

Para ser franco, corno é que nem caixa de banco, boiola e intelectual petista: não existe um igual a outro, mas todos são desagradáveis.