quinta-feira, setembro 18, 2014

Top 5: Melhores filmes de Sharon Stone



Depois daquela cruzada de perna mundialmente conhecida, Sharon foi imortalizada no imaginário masculino. Relembre outros longas

Descoberta por Woody Allen, marcada por papéis clássicos nos filmes do holandês Paul Verhoeven (Robocop) e indicada ao Oscar por Cassino de Martin Scorsese. Essa é Sharon Stone, um dos maiores ícones femininos de todos os tempos (afinal de contas alguém consegue esquecer aquela cruzada de pernas?). E como recordar é viver, selecionamos 5 filmes da loira que todo marmanjo deve ver antes de morrer (de amores por ela).

# 5 O Vingador do Futuro

Um clássico da ficção cientifica. Cruel, surreal e violento, com ótimos efeitos especiais para época (estamos falando do clássico de 1990 e não do remake com Colin Farrel). E é claro que conta com uma Sharon Stone estonteante na pele da fria androide Lori. Vale a pena (re)ver este clássico do diretor holandês Paul Verhoeven e estrelado por ninguém menos que Arnold Schwarzenegger.

# 4 O Especialista

O Especialista pode não ser uma humanidade, é o típico filme de ação policial hollywoodiano, tem bombas, explosões, mais bombas e mais explosões, e tem também Sylvester Stalone, sim o grandioso Sly, e a bela e sensual Sharon Stone dando vida a obcecada May Munro. E você quer mais o quê? Só a presença destes dois mega astros já faz valer a pena.

# 3 Amante a Domicílio

Dirigido e interpretado por John Turturro (Trilogia Transformers), “Amante a Domicílio” é uma comédia divertida e despretensiosa interpretada por diversas feras como Woody Allen, Sofia Vergara, Vanessa Paradis, e claro, ela Sharon Stone, que desta fez da vida a médica Dra. Parker. Divertido, absurdo, bonito e inteligente, “Amante a Domicílio” é uma boa pedida.

# 2 Cassino

Uma obra prima! É a única maneira a qual consigo me referir a “Cassino”. Com certeza é um daqueles filmes que você deve ver antes de morrer. E se isso não bastasse, este é um dos melhores filmes já dirigidos pelo mestre Martin Scorsese (Os Bons Companheiros, Os Infiltrados, Taxi Driver, Touro Indomável e O Lobo de Wall Street). Com atuações mágicas de Joe Pesci, Robert De Niro e Sharon Stone(vencedora do Globo de Ouro e indicada ao Oscar de melhor atriz), “Cassino” vale cada minuto. E se por acaso você vive na lua e nunca viu este filmaço, lhe darei um alerta: você vai se apaixonar por Ginger (Stone).

# 1 Instinto Selvagem

Um clássico absoluto. Provavelmente o maior sucesso da carreira da loiraça. Este thriller policial é envolvente, excitante e surpreendente. Michael Douglas está em sua melhor forma e Sharon Stone está no ápice de sua beleza e forma, sua interpretação como Catherine Tramell (merecia uma indicação ao Oscar) beira a perfeição, o roteiro surpreendente, direção incrível, e com certeza, este longa é dono de uma das cenas mais míticas do cinema (mulheres assistam e descubram o poder de uma cruzada de pernas). Todo homem tem a obrigação de assistir este filmaço.  

Não é só pra beber, gafanhoto!


Marcel G Costa

Que cerveja é tudo de bom, sabemos. Que a cerveja pode fazer coisas incríveis com (e por) você, é de conhecimento comum, afinal quem nunca viveu momentos épicos (e outras nem tanto, vide ressaca) depois de alguns (ou muitos) goles de cerveja? Mas acredite se quiser, a cerveja pode fazer muito mais por você além de te embebedar, confira:

#1 Relaxa seus pés

Experimente embebedar seus pés após um longo dia de trabalho. Saiba que as enzimas da cerveja podem suavizar seus calos. Encha uma bacia com água quente, de preferência o suficiente para que chegue até a altura do tornozelo, em seguida, adicione meia garrafa de cerveja à bacia. Então relaxe e deixa que a cerveja faça a magia acontecer.

#2 Dá um up no seu cabelo

Seu cabelo anda meio opaco e seco? Tente lavá-lo com cerveja. O malte é rico em proteínas que nutrem o cabelo e a levedura melhora a saúde geral dos fios.

#3 Limpa joias

Sabe aquele seu anel de prata ou a sua corrente de ouro? Então se você não os usa mais porque eles estão oxidados, seus problemas acabaram, basta mergulhar por 10 minutos em um recipiente com um pouco de cerveja (serve a cerveja quente do churrasco), retire e lustre suas joias e voilà, elas estarão como novas.

#4 Diga adeus à insônia

Você sabia que o lúpulo causa sonolência? Pois é, e cerveja tem lúpulo, então basta tomar uma brejinha antes de dormir, e pronto, você dormirá como um bebê, agora caso você não queira beber antes de dormir, basta tomar um chá de lúpulo, é melhor que pílulas.

#5 Serve para amolecer a carne

Sabe aquela carne dura que o açougue te vendeu? Ela tem jeito! Basta deixar marinanda por uma noite na cerveja. A acidez da cerveja quebra as cadeias musculares da carne e a deixa mais mole e saborosa.

#6 E para cozinhar também

A cerveja não serve apenas para amolecer uma carne dura ou harmonizar com uma infinidade de pratos, a nossa santa cerva também serve como ingrediente para os mais diversos pratos, tais como: almôndegas, bolos, pães, arroz, entre outros.

#7 Desenferruja parafusos

A carbonatação da cerveja pode dar um fim a este problema. Despeje um pouco de cerveja sobre o parafuso enferrujado, aguarde em torno de 15 a 20 segundos e de sobrevida ao parafuso.

#8 Serve como armadilha contra pragas

Não é só de queijo que ratos gostam, eles não resistem a uma cervejinha. As baratas também são grandes fãs. Então se você quer armar alguma arapuca contra essas pragas indesejáveis, saiba que a cerveja pode servir como uma bela isca.

terça-feira, setembro 16, 2014

Formada em Letras, garota de programa lança livro sobre sua experiência sexual com a alta sociedade


A história de Lola Benvenutti lembra a de Rachel Pacheco, que ficou conhecida como Bruna Surfistinha, a ex-garota de programa que escrevia sobre os seus clientes em um blog na internet.

Aos 22 anos, Gabriela Natalia Silva, nome verdadeiro de Lola, lança este mês o livro “O Prazer é Todo Nosso” (Editora MosArte).

Nele, a jovem relata os detalhes de uma grande festa privê que reuniu casais da alta sociedade de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo).

Eram 15 casais de médicos e suas mulheres numa fazenda com diversos quartos – segundo ela, o cenário remetia ao filme “De Olhos Bem Fechados” (1999), de Stanley Kubrick (1928-1999).

Os nomes de todos os “personagens” são mantidos em sigilo na obra, que levou um ano para ficar pronta.
Era tudo muito sofisticado. Eu já havia participado de swings, mas eram mais modestos. Em Ribeirão, foi ostentação total”, afirmou à Folha de S.Paulo.

No livro, além de relatos dos programas e dicas para apimentar uma relação, a autora defende a bandeira da liberdade sexual.

Faço o que faço porque gosto, porque sou mulher, porque sou humana e tenho o direito de traçar o meu próprio caminho. O livro é neste sentido: de se libertar para gozar a vida, o parceiro, sozinho”, explica.


Há menos de dois anos, a acompanhante, que também ficou conhecida por contar o seu dia a dia na internet, administrava a vida de garota de programa com a de estudante.

Lola frequentava o último ano da faculdade de Letras na UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).
O gosto por leitura ela exibe no corpo. Nas costas, a jovem tem um verso de Manuel Bandeira tatuado: “(...) dizer insistentemente que fazia sol lá fora”.

No pulso esquerdo, uma frase João Guimarães Rosa: “Digo: o real não está na saída nem na chegada. Ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”.

Sobre a atuação profissão, Lola é realista. “A beleza acaba e gasta-se muito para estar sempre bonita”. No entanto, diz que é possível ganhar dinheiro como garota de programa “se souber ser administrada”.

Além de lançar outros livros, a acompanhante tem projetos para workshops e palestras. Sobre a vida pessoal, revela que não pensa em namorar. Não acredita na monogamia e, por isso, escolheu o atual ofício.

Eu sempre tive curiosidade em saber como funciona [a prostituição]”, afirma ela, que se considera precoce no tema. “Quando era criança, colocava o Ken e a Barbie sem roupas, um em cima do outro, e simulava o ato sexual.”

A primeira vez que Lola fez sexo por dinheiro foi aos 17, mas não continuou por temer a repercussão em sua cidade, Pirassununga (211 km de São Paulo).

Hoje, a jovem diz que não se arrepende da profissão escolhida.

Nunca fui tão feliz como agora, porque sou quem realmente sou. Não tem alegria maior do que não ter de se enganar”, afirma.


Ao ritmo de dez programas por dia, Lola Benvenutti diz que já perdeu a conta do número de homens com quem foi para cama.

Foram muitos milhares, mas nunca contei. Já passei de mil há muito tempo. Faz a conta: dez por dia, em um ano, já são mais de 3 mil”, conta ela. “E antes de cobrar, já tinha muitos na conta”, brinca.

Se nos tempos em que fazia faculdade e dava aula Lola se apertava para chegar ao fim do mês, agora desfila de carro novo e já consegue fazer uma poupança para quando a idade começar a pesar.

Desde que a minha história explodiu, aumentou muito a demanda e precisei subir o preço para dar conta. Hoje, cobro R$ 350 por hora. Poderia até cobrar mais, mas acho esse um valor legal, que permite aos clientes voltar sem pesar tanto no bolso”, conta ela, lembrando que quando dava aulas de português, sua hora não passava de R$ 10.

Apontada como sucessora de Bruna Surfistinha, que teve sua história retratada em um filme em 2011, Lola rejeita qualquer comparação.

Temos a mesma profissão e um blog. E só. Acho natural essa associação, mas temos estilos e histórias muito diferentes. Nunca quis ser uma Bruna. O blog era o que eu tinha na época para fazer esses relatos. Não tenho nada contra ela, mas são pessoas diferentes. Será que sempre que surgir uma cantora de axé, vão comparar com a Ivete Sangalo?”, protesta.

Lola também revelou que, ao contrário de Surfistinha, nunca usou drogas. “Nunca nem experimentei. Não faz parte do meu universo”.

Para dar conta da rotina tão intensa de trabalho, o único segredo, diz ela, é “gostar do que faz”.

Sempre digo que só aguento porque gosto. Seria muito difícil se não tivesse prazer. Se você já vai com cara amarrada cada vez que chega ao quarto, fica complicado”, conta. “E ainda dizem que somos mulheres de vida fácil”, diverte-se.


Seu estilo mais “alternativo” – Lola tem uma mecha branca tipo Mortiça, lateral do cabelo raspada e várias tatuagens pelo corpo – atrai clientes variados.

Tem um perfil que procura, que é não aquele que gosta da mulher mais gostosona, panicat. Quem me liga gosta do meu estilo mais natural. Atendo desde jovenzinhos que querem perder a virgindade até homens mais velhos atraídos por essa questão da Lolita e por eu ter feito faculdade. Tem solteiro, mas a maioria é casado. Tem quem está infeliz no casamento, mas também quem está feliz e só quer variar”, entrega.

Seu cliente mais velho foi um senhor de 90 anos: “Ele precisava de ajuda para andar, mas chegou com dois homens e uma menina para uma festinha. E fez um pedido inusitado, que eu nunca tinha realizado”, conta, sem dar mais detalhes.

Entre os piores, lembra, está um rapaz muito “bruto” e outro que chegou para o encontro sem banho. “Sorte que ele não queria finalizar”.

Entre os pedidos mais “estranhos” recebidos, Lola não esquece um que pediu para ela almoçar na cabeça dele. “Queria ser feito de mesa. Mas tem quem quer ser cavalinho, muitos querem ser cornos”, revela, completando que aumentou o interesse por sadomasoquismo desde o lançamento do livro “50 tons de cinza”.

Com “muitos milhares” de encontros na conta, Lola só quer saber de esquecer a frustrante primeira vez.

Foi aos 13 anos, com um cara que conheci na internet. Ele tinha uns 30 anos. Foi horrível e eu desencantei completamente. Não esqueço aquela imagem de um homem falando ao celular com a mãe, pelado, usando uma meia de seda”, lembra, contando que passou mais um ano sem entender como as pessoas poderiam gostar “daquilo”.

O primeiro programa também foi marcado pela internet aos 17.

Sempre entrava em sites de relacionamentos e saía com vários caras. Até que um dia pensei: por que não cobrar?...”, se diverte.

Nunca discuta com um idiota. Não alimente um troll


Luisão CS
As vezes cai um comentarista de paraquedas no meio de um diálogo ou discussão no site Metamorfose Digital (MDig), que se sente no direito de insultar a todos. Isso está se tornando muito comum. Mas já dizia o grande filósofo alemão Immanuel Kant há mais de 200 anos que: “Não discuta nunca com um idiota, as pessoas podem não notar a diferença”.
Também há uma frase que circula aí pela rede que diz “Nunca discuta com um idiota. Ele o obrigará a baixar seu nível e ali o derrotará com a sua experiência”.
Estas frases engenhosas e esplêndidas nunca perderam sua validade, ao contrário, na Internet estão mais vigente do que nunca.
A Rede proporcionou uma liberdade sem precedentes aos imbecis para que possam demonstrar toda sua estupidez e irritar o resto da humanidade em toda classe de fóruns, blogs e sites.
Pode se dizer que já não há cura para esta estranha doença da qual quem padece não é o doente senão os demais.
O melhor mesmo é que nos vacinemos contra esta praga e a melhor forma de combater um idiota é ignorá-lo.
Quantas vezes já não ocorreu de iniciar um intenso debate – a bons termos – no MDig ou em qualquer outro blog ou fórum e, de repente, irrompe um idiota que, com a inerente falta de capacidade para se expressar, de escutar de forma crítica ou de expor argumentos de forma coerente começa a se comportar como o que seu próprio nome indica?
Os idiotas (agora chamados trolls quando se refere a Internet) são muito fáceis de detectar. Algumas pautas de seu comportamento são:
Ainda que nem sempre seja assim, a maioria das vezes utilizam uma ortografia lamentável.
Às vezes abusam dos emoticons e outras acabam as frases com algum jeito irritante como um risinho ou uma despedida em tom de superioridade.
Creem que são muito inteligentes, o que lhes leva a fazer perguntas que só confirmam sua profunda estupidez. É especialmente patético quando tentam convencer dialeticamente a outrém, mas lhes falta capacidade de expressão e argumentos.
Não atendem a razões nem contestam os argumentos dos demais. São muito teimosos, sempre têm razão e podem ficar horas, dias ou meses falando sobre um mesmo tema totalmente banal uma e outra vez, iniciando uma discussão sem sentido e interminável, para desespero dos outros. O único remédio para isto é ignorar o primeiro comentário para não iniciar a discussão ou, se já é inevitável e começou, deixar que o idiota diga a última palavra e ponto.
Quando se sentem encurralados por sua falta de argumentos, contestam com algo que não tem nada a ver ou com alguma outra estupidez.
Dramatizam quando o Administrador deleta um comentário seu se dizendo injustiçado e perseguido. Existem ainda os tipos que prometem vingança hacker ou o que valha.
Sempre têm que dar a última palavra. Isso para eles é imprescindível.
Todos, um dia ou outro, encontraremos personagens deste tipo na grande rede. Ao se deparar com um, muito cuidado. São perigosos e se levados a sério podem ser prejudiciais para sua saúde.
A melhor forma de combatê-los é ignorá-los.
Não alimente o troll.
De nada serve se esmerar em utilizar todo um arsenal dialético.
São somente patéticos trolls cuja triste existência baseia-se em querer ser o mais inteligentes ante os demais e incomodar todo mundo.
Não lhe dê essa satisfação.
E para terminar, outra grande frase do grande Kant: “O sábio pode mudar de opinião. O néscio, nunca”.

Prostituta dá a dica de como ficar milionária abrindo as pernas


Aos 23 anos, Ana Claudia Silvestre já possuía quatro apartamentos em áreas nobres de Belo Horizonte e R$ 780 mil investidos em fundos de renda fixa. Com um patrimônio estimado em 2 milhões de reais, a ex-funcionária da C&A se tornou uma das mais bem-sucedidas jovens empreendedoras do país.
Hoje suas palestras são disputadas pelo mercado corporativo e estão orçadas em cachês semelhantes ao do técnico Bernardinho (seleção brasileira de vôlei) aproximadamente R$ 45 mil por 50 minutos de lições de vida.
Nos sites de prostituição, Ana Cláudia era conhecida por Bárbara e os clientes a apelidavam carinhosamente de ‘filhinha’. Trabalhou dos 16 aos 19 anos como embaladora na C&A e decidiu ingressar na prostituição para pagar a faculdade.
Estudante de pós-graduação em Bussiness Law, ela transformou sua experiência na cama em cases de sucesso que são temas de artigos científicos em sua extensa bibliografia.
A criação de diferenciais competitivos foi a receita do sucesso de Ana Claudia neste mercado extremamente competitivo.
Compilamos algumas de suas principais dicas de como enriquecer com prazer:
01. Homem gosta de demonstrar poder por meio de suas realizações financeiras. Não aceite lembrancinhas, quem gosta de lembrança é vítima de mal de Alzheimer.
02. Cerveja não é bebida de vencedores. Se não tiver dinheiro para um espumante peça água com gás. Glamour agrega valor a sua marca.
03. Foco na satisfação do cliente. Esposa pode ter pudores, mas a mulher de aluguel jamais. Encantar o cliente antecipando suas demandas é fundamental.
04. Lustre o ego do cliente. Elogie os pontos positivos de sua performance ou do corpo. Se ele não tiver nenhum ponto a ser elogiado invente. O prazer sexual do homem não reside no orgasmo e sim na satisfação de ter ‘dominado’ uma fêmea.
05. A incompletude é a maior virtude de um empreendedor. O cliente precisa ter no imaginário que nunca conseguiu esgotar suas possibilidades e ficar a desejar o que estar por vir.
Em três anos de prostituição, Ana Claudia Silvestre acumulou um patrimônio de R$ 2 milhões e passou a levar uma vida de muito conforto e elegância.
Atualmente, a blondie girl fixou seu cachê para encontros sexuais em R$ 15 mil para reduzir o fluxo de atendimentos e se dedicar a conclusão de sua monografia e as palestras em todo Brasil.
Ela atribui seu sucesso ao fato de ter levado para a vida profissional os conhecimentos acadêmicos oferecidos pelo curso de Administração de Empresas.
Mais uma vez a Educação fazendo a diferença na vida das pessoas…

Dez gafes provocadas pelo corretor ortográfico do celular


As vezes, uma simples conversa pode ser destruida graças a um novo inimigo comum de todos que usam celular: O Corretor Ortográfico!
Muitas frases simples podem mudar seu sentido e se tornarem bem comprometedoras apenas com a troca de “mãe” por “mão” e “pai” por “pau”. Imagina o estrago disso em uma mensagem enviada pra alguem que curte a zoeira?
Separamos aqui uma lista de pessoas que acabaram sendo vitimas do maldito corretor ortográfico.
Veja as imagens e analise se não é melhor você também desativar seu corretor ortográfico antes que passe por uma gafe como essas:










Grupo A Liga vai abrir shows de Miley Cyrus em SP e no Rio


A Liga, grupo formado pelos DJs mascarados Peterson Ungaretti, Victor Guerreiro, Eduardo Cintra e Leopoldo Meira, vai abrir os shows de Miley Cyrus na Arena Anhembi em São Paulo, dia 26 de setembro; e na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, em 28 de setembro.
A cantora que foi revelada com a personagem infanto-juvenil Hannah Montana está em turnê do disco “Bangerz”, lançado em outubro de 2013.
Segundo a produtora Time for Fun, A Liga “se tornou referência em seu segmento com agenda lotada, shows esgotados e surpreendendo a todos com um show extremamente animado e muito interativo, impulsionado pela energia da música eletrônica, incluindo remixes, mash ups e versões exclusivas”.
O show de Miley Cyrus em Brasília, que aconteceria no dia 24 de setembro no Ginásio Nilson Nelson, foi cancelado. De acordo com a nota, o motivo foram “problemas de logística na construção do palco e no transporte de carga entre o México e o Brasil”.
A Vision Produções, que organizava o show da cantora em Brasília, divulgou que os fãs podem solicitar a partir de 17 de setembro o reembolso.
Se a compra tiver sido feita em pontos de venda físicos, é preciso comparecer à Central de Ingressos, no Brasília Shopping, em posse do ingresso para procedimento de estorno.
Se a compra tiver sido efetuadas em débito ou crédito, o comprador deverá apresentar também o cartão que efetuou a compra e documento de identidade com foto.
O estorno ocorrerá na mesma forma de pagamento utilizada na compra do ingresso.
Em compra com dinheiro, a devolução ocorre em espécie no ato ou depósito em conta bancária indicada pelo comprador no prazo de 10 dias; em compra com cartão de débito, estorno com depósito na conta corrente indicada pelo comprador, no prazo de até 30 dias; em compra com cartão de crédito, estorno com crédito em fatura do cartão que efetuou a compra, no prazo de até 30 (trinta) dias.
Para compras efetuadas pela internet e call-center, o valor será estornado sem necessidade da presença do cliente. Em caso de dúvida o comprador pode entrar em contato com a central de atendimento da Ingresso Rápido, através do telefone 4003-1212.

As mulheres mais gatas de Sin City


A adaptação dos quadrinhos de Frank Miller para os cinemas chamou muita atenção quando estreou nos cinemas em 2005.
O filme era uma adaptação ipsis litteris da renomada HQ norte-americana, com cenas que emulavam exatamente os quadrinhos da revista.
Mas além da qualidade da produção, o longa tem outro atributo: suas mulheres.
O elenco de “Sin City: A Cidade do Pecado” e o mais rescente “Sin City: Uma Dama Fatal” é repleto de beldades: Jessica Alba, Rosario Dawson, Eva Green e muitas outras.
Pensando neste grande atributo do filme, o CANDIRU separou uma lista com as mulheres mais gatas de Sin City. Confira:
JESSICA ALBA

EVA GREEN

DEVON AOKI

ALEXIS BLEDEL

ROSARIO DAWSON

CARLA GUGINO

JAIME KING

JUNO TEMPLE

segunda-feira, setembro 15, 2014

De sonho e reza-braba



Wilson Bueno

Pesquisas recentes indicaram os sonhos como eficazes antídotos contra o estresse nosso de cada dia.

Não sei em que medida isto ocorra. Estresse não me parece coisa que se cure com sonhos.

Temos visto, no áspero cotidiano, que, não sendo da aérea matéria deles, o estresse é bem mais um pesadelo da vigília e de sua fatigada astúcia.

Não me canso de lembrar aqui minhas origens e, com elas, o resgate da infância primordial onde a vida mesma era sonho e punha todas as coisas encantadas.

Minha avó cabocla, por exemplo, Maria Rosa Custódia de Senes, esta tinha a ciência dos sonhos na ponta da língua. Feito um talismã.

Sonhar com alguém chorando, não hesitava vaticinar: vinha ali dinheiro ou alguma mulher da família estava prestes a parir.

Já sonhar com viagens tinha uma nota aziaga – morte certa de compadres ou amigos.

Sonhar com um passarinho, era casamento; sonhar com muitos passarinhos (ouviu, Rogério Dias?), anunciava grandes colheitas.

O rol de significados e significâncias, a partir do sonho, era, para a avó, quase inesgotável.

Sonhar com chuva, o prolongamento do estio na roça seca; sonhar com alguém voando ou caindo do cavalo, não dava outra – chegariam parentes há muito ausentes.

Também o saber, digamos, erudito, nos reserva coisas prodigiosas sobre os sonhos.

Veja o leitor, esta, dos aedos gregos, bem mais interessante que as recentes descobertas da ciência moderna: a prova, entre outras, de que o Inferno existe – incontestável nos demoníacos pesadelos vividos pela alma quando em sono profundo.

Por falar em alma, impossível esquecer o famoso soporífero da planta mandrágora, que, entre os caldeus, causava sono idêntico ao da morte...

Tão ou mais sábia, repito, era a velha Maria Custódia, rezadeira, benzedeira, “costurava” carne rasgada, além de capaz das mais incríveis simpatias para evitar “mau-olhado” que, aquele tempo, tinha outro nome – “quebranto”.

Sobretudo criança que não fosse protegida, adoecia gravemente.

Mas pior que mau-olhado, só picada de cobra e, contra ela, a avó tinha um antídoto feroz: “reza-braba”.

Verdadeiros mantras caboclos que, incompreensíveis ao comum dos mortais, apenas ela sabia rezar, secretos na mente, secretamente aprendidos de cor.

Dona Maria Rosa Custódia de Senes faleceu em 1967, varada em anos, e descansa, ao lado de minha mãe, no Cemitério de Santa Cândida.

Convivi em sua (doce) companhia a primeira década e meia de minha pobre existência e nunca a ouvi falar em estresse ou que sonho curasse estresse.

E olha que de sonho e “reza-braba” ela entendia; e não entendia pouco.

Cajuína sem retoques ou rebotalhos



Marcelo Amorim

O suco do caju é filtrado. Acrescenta-se gelatina para a retirada da “trava” natural da fruta. Em seguida, o líquido é clarificado. 

A cor dourada vem da caramelização dos açúcares naturais. 

Eis a cajuína, bebida típica do Piaui, mas que – é o que se diz – foi criada pelo cearense Rodolfo Teófilo, farmacêutico e escritor que morreu em Fortaleza em 1923.

O texto a seguir, de autoria do Caetano Veloso, extraí do blog do meu amigo Giovanni Soares (http://noticiasdapauliceia.blogspot.com/). Caetano conta como nasceu sua bela “Cajuína”.

Eu conhecia uma outra versão pra essa gênese, mas o Giovanni é baiano, sabe das coisas e sabe de música. Não bastasse isso, a explicação saiu do próprio autor da canção. Tomo a outra como lenda, então, e pronto. Em tempo: cajuína é uma delícia!

Com a palavra, Caetano Veloso:

Numa excursão pelo Brasil com o show Muito, creio, no final dos anos 70, recebi, no hotel, em Teresina, a visita de Dr. Eli, o pai de Torquato [Neto]. Eu já o conhecia pois ele tinha vindo ao Rio umas duas vezes. Mas era a primeira vez que eu o via depois do suicídio de Torquato.

Torquato estava, de certa forma, afastado das pessoas todas. Mas eu não o via desde minha chegada de Londres: Dedé e eu morávamos na Bahia e ele, no Rio (com temporadas em Teresina, onde descansava das internações a que se submeteu por instabilidade mental agravada, ao que se diz, pelo álcool).

Eu não o vira em Londres: ele estivera na Europa, mas voltara ao Brasil justo antes de minha chegada a Londres. Assim, estávamos de fato bastante afastados, embora sem ressentimentos ou hostilidades. Eu queria muito bem a ele. Discordava da atitude agressiva que ele adotou contra o Cinema Novo na coluna que escrevia, mas nunca cheguei sequer a dizer-lhe isso.

No dia em que ele se matou, eu estava recebendo Chico Buarque em Salvador para fazermos aquele show que virou disco famoso. Torquato tinha se aproximado muito de Chico, logo antes do tropicalismo: entre 1966 e 1967. A ponto de estar mais frequentemente com Chico do que comigo.

Chico e eu recebemos a notícia quando íamos sair para o Teatro Castro Alves. Ficamos abalados e falamos sobre isso. E sobre Torquato ter estado longe e mal. Mas eu não chorei. Senti uma dureza de ânimo dentro de mim. Me senti um tanto amargo e triste mas pouco sentimental.

Quando, anos depois, encontrei Dr. Eli, que sempre foi uma pessoa adorável, parecidíssimo com Torquato, e a quem Torquato amava com grande ternura, essa dureza amarga se desfez. E eu chorei durante horas, sem parar. Dr. Eli me consolava, carinhosamente. Levou-me à sua casa.

D. Salomé, a mãe de Torquato, estava hospitalizada. Estão ficamos só ele e eu na casa. Ele não dizia quase nada. Tirou uma rosa-menina do jardim e me deu. Me mostrou as muitas fotografias de Torquaro distribuídas pelas paredes da casa. Serviu cajuína para nós dois. E bebemos lentamente.

Durante todo o tempo eu chorava. Diferentemente do dia da morte de Torquato, eu não estava triste nem amargo. Era um sentimento terno e bom, amoroso, dirigido a Dr. Eli e a Torquato, à vida. Mas era intenso demais e eu chorei. No dia seguinte, já na próxima cidade da excursão, escrevi Cajuína.”

Cajuína (Caetano Veloso)

Existirmos: a que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina

Meteu o pé na jaca por esses dias?


Nunca mais eu bebo”. “Foi a última vez que tomei um porre desse nível.” “Não consegui perceber que bebi tanto”.

Qual dessas é a frase que você mais usa para desculpar-se da sua própria culpa?

Todo mundo sabe que beber além da conta traz não somente um day after com uma banda de pagode na cabeça como também detona a qualidade de vida, o funcionamento do metabolismo.

Talvez seu fígado seja sua maior vítima quando as festas vão até o amanhecer.

Ele desempenha cerca de cinco mil funções vitais e o consumo exagerado de álcool ou a alta ingestão de gordura acabam prejudicando seu funcionamento de forma muitas vezes, drásticas.

Para ajudar a manter o fígado funcionando bem, separamos algumas dicas:

#1 Beba muita água – Procure beber entre 8 e 10 copos de água filtrada por dia.

É a única maneira pela qual seu fígado pode conduzir as toxinas para fora do corpo.

Melhor ainda é começar o dia com um grande copo de água com suco fresco de meio limão.

O limão ajuda a reforçar as habilidades de desintoxicação do fígado.

O ácido cítrico do suco estimula o fígado a produzir bile, mais um veículo que seu corpo usa para expulsar as toxinas.

#2 Coma vegetais crucíferos – Estes vegetais ajudam na reconstrução e desintoxicação do fígado.

Entre eles estão beterraba, cenoura, repolho, couve, rúcula, couve e outros vegetais.

Certifique-se de comer pelo menos duas porções por dia.

Cebola, alho e brócolis são importantes por conterem enxofre, necessário para aumentar a capacidade de desintoxicação do fígado.

#3 Faça um pouco de massagem – Deitado de costas, você pode massagear suavemente a vesícula biliar e área do fígado, que está localizado ao longo da costela inferior, do lado direito do corpo.

Isso ajuda a melhorar a circulação do sangue para o fígado.

#4 Não sobrecarregue o seu fígado – Este órgão já faz um enorme trabalho cumprindo suas funções básicas e não é preciso sobrecarregá-lo a altos níveis de álcool ou mesmo analgésicos.

Uma das principais causas de insuficiência hepática é o consumo regular de analgésicos.

#5 Tratamentos naturais – Cardo de leite, açafrão e dente de leão são considerados úteis na limpeza e proteção do fígado.

O chá destes ingredientes é extremamente benéfico para quem quer tratar o fígado de forma natural.


#6 Ingestão de minerais – Os minerais são essenciais para o processo de desintoxicação do fígado, por isso certifique-se que você está comendo alimentos ricos em minerais.

Se preferir tomar um suplemento, o mais indicado é procurar um que seja líquido.

Minerais importantes para a desintoxicação do fígado incluem o magnésio, cálcio, potássio, cobre, sódio, ferro, zinco, selênio, manganésio e outros.

Artur Bisneto defende maior integração no combate ao uso de drogas


Candidato a deputado federal, Artur Bisneto (4545) está cada vez mais convencido de que o consumo de droga se transformou num dos mais graves problemas da sociedade brasileira e que a forma de enfrentar essa mazela precisa ser aperfeiçoada.

As políticas públicas, programas e órgãos envolvidos no enfrentamento do problema, tanto na União e estados quanto nos municípios, incluindo o Judiciário e o Ministério Público, estão desarticulados, pulverizados e simplesmente não formam redes eficientes e integradas, essenciais tanto à prevenção e repressão quanto ao tratamento e reinserção social”, diz ele.

Para exemplificar o problema, Artur Bisneto afirma que o crack, a droga mais perigosa da atualidade, rompeu os limites geográficos e sociais e já invadiu até os municípios do interior do Amazonas.

Temos notícia da presença do crack até nas mais remotas comunidades rurais de Benjamin Constant, Alvarães e Lábrea, o que mostra que os traficantes não estão medindo esforços para conquistar novos usuários”, diz ele.

Deste modo, segundo o candidato a deputado federal, o combate ao uso das drogas deve ter uma abordagem mais abrangente, integrando políticas públicas de saúde, segurança pública e assistência social, dentre várias outras.

O Executivo, o Legislativo, todos os agentes públicos, precisamos ter a firmeza necessária para enfrentar o problema, não minimizar ou esconder. Ao mesmo tempo, devemos ter a clareza de não alarmar a população de forma a gerar pânico. Ao contrário. Como agentes de Estado, devemos agir de forma a assegurar à sociedade que esse tipo de problema é possível de ser solucionado e que vai ser solucionado”, avalia Artur Bisneto.

Entre as propostas que ele quer defender no Congresso Nacional, em caso de vitória nas urnas, destacamos:

Criação de uma rede nacional para os dependentes químicos, em parceria com estados, municípios, empresas privadas e entidades do Terceiro Setor, como instrumento de auxílio para as famílias que hoje não têm informações sobre onde nem como obter ajuda.

Essa rede viabilizará a execução de um programa de oferta de clínicas, inclusive e especialmente as comunidades terapêuticas, para tratamento de dependentes de drogas, com serviços médicos de referência aos usuários”, diz Artur Bisneto.

Instituição de política de incentivo e apoio para ampliar a oferta de centros de atenção psicossocial aos usuários de álcool e drogas – CAPS/AD, permitindo ações de promoção e prevenção, de assistência, e de inserção social para dependentes químicos e seus familiares.

Desenvolvimento de um programa nacional de prevenção ao uso abusivo de álcool e outras drogas, em parceria com estados, municípios, empresas privadas e entidades do Terceiro Setor, priorizando os jovens, com ações nas áreas de cultura, lazer e esportes.

Realização, com estados e municípios, do censo da rede de tratamento de dependência química.

Estruturação do Protocolo Nacional de Tratamento e Prevenção para dependentes de drogas com participação das políticas de saúde, assistência social, defesa e justiça.

Criação de leitos no Sistema Único de Saúde para tratamento de dependentes químicos.

Identificação dos pontos mais vulneráveis de uso de drogas no Brasil, garantindo apoio aos estados e municípios para transformar esses pontos em áreas livres de drogas.

Criação da Ouvidoria Nacional para garantir voz permanente para usuários de drogas.

Combate e repressão a entradas de drogas no Brasil com fortalecimento da vigilância de fronteiras, aeroportos e portos.

Viagem à Punhetolândia!


O dia que uma namorada pediu a um gênio da lâmpada para saber o que seu respectivo pensava nos momentos de prática do 5 contra 1

Ricardo Coiro

Avenida Paulista, seis de setembro de dois mil e dois.

Ai meu dedão, caralho! – ela berrou, após chutar uma caixa de papelão que continha uma lâmpada mágica dentro.

Você tem direito a um desejo! E seja rápida, meu bem, porque hoje meu dia está bem cheio e não quero perder o próximo capítulo de Império.

Morgan Freeman?

Não, eu sou o Lázaro Ramos com maquiagem de velho. Claro que eu sou o Morgan Freeman, bitch! E, acredite se quiser, agora eu estou fazendo um “bico” de gênio da lâmpada. Cansaram de me escalar para fazer o papel de presidente dos Estados Unidos no cinema. Fazer o quê? É a vida! Mas vamos logo ao que interessa: já sabe o que vai pedir?

Marcinha apertou o lábio inferior com os dedos, pensou, pensou e pensou; e, diferente das sortudas anteriores – que haviam pedido bundas sem celulite, Yakults de dois litros e noites calientes com o Malvino Salvador –, ela fez um estranho e inédito pedido:

Quero saber o que o meu namorado imagina quando está batendo punheta!

O gênio Morgan então arregalou os olhos e chegou a pensar, seriamente, em negar aquele desejo que só poderia terminar em homicídio ou divórcio, porém, por não querer infringir as regras daquele negócio milenar, ele apenas fez o que a moça pediu.

Um milésimo depois, Marcinha se viu diante de uma longa fila de mulheres; linha que terminava em uma porta na qual estavam gravadas as seguintes palavras: “Punhetolândia do Maurício”.

Que porra é essa? – ela pensou, mas antes que tivesse a chance de chegar a qualquer conclusão, reconheceu a própria irmã no final da fila.

Porra, Cláudia, o que você está fazendo aqui?

Ué, eu estou apenas esperando o Maurício pensar em mim. E torcendo para que ele não me deseje com um plug anal, como da última vez em que estreei nos pensamentos dele.
E o que você está fazendo com essa camiseta molhada e sem sutiã, hein?

É assim que ele gosta de me imaginar, mana.

Você é uma vagabu... – Marcinha tentou dizer, mas, antes de concluir o insulto à irmã, uma voz robótica – como aquelas que costumamos ouvir em embarques de aeroporto –, disse:
Cláudia Nunes, por gentileza comparecer à sala de materialização da imaginação. Favor já entrar dançando aquele funk que você dançou no último churrasco. Vá até o chão!

Marcinha até pensou em impedir a irmã, porém, travou assim que reconheceu o rosto da melhor amiga (Renatinha) em meio às moças da fila.

Você também? Não acredito! E só de fio dental? Que porra é essa!?

E antes que a amiga começasse a se explicar, a voz robótica, mais uma vez, fez a convocação:

Renatinha Rodrigues, corra já para a sala de materialização da imaginação. O Maurício quer ver você beijando a irmã da Marcinha. Favor colocar aquele vestido curtinho que você usou no último réveillon.

Então Marcinha, incrédula, deixou a amiga partir, respirou fundo e resolveu descobrir, uma a uma, quem eram as outras putinhas da fila.

Quem é você?

Sou a Solange, recepcionista da academia dele.

E você, sua piranha?

Não está me reconhecendo? Sou a Julia Paes, atriz pornô tupiniquim.
E você, sua velhota?

Mãe do Paulinho.

Não acredito! – Marcinha pensou, ao descobrir que Maurício tinha uma tara pela mãe do melhor amigo. Mas continuou a investigação:

E você, quem é?

Sou a Amanda, a chefe dele.

E essa aí do seu lado, quem é?

É a Pri! Ele só nos chama juntas. Sabe como é, né? Os homens adoram pensar em ménages.

E assim Marcinha continuou, e a cada resposta que ouviu, mais chocada ficou. Até que:

Quem é você?

Sou a Isa, ex-namorada dele.

E o que você está fazendo aqui – Marcinha berrou, antes de meter um tapão na cara da moça, que logo foi chamada para um suruba com gêmeas suecas de mamilos rosados e pererecas depiladas com precisão cirúrgica.

Então Marcinha, completamente encharcada de ciúmes, teve uma ideia maluca e infeliz: resolveu entrar na fila e ficar lá, plantada, até que Maurício resolvesse a convocar para alguma fantasia.

Desde aquele dia (seis de setembro de dois mil e dois), Marcinha já viu Maurício convocar, para a sala de realização da imaginação, dançarinas de axé, uma porção de “gordelícias” e, até, uma senhora de três tetas; porém, até hoje, não foi chamada. Nem para assistir.
Pobre Marcinha. Estaria bem mais feliz se tivesse feito um pedido mais inteligente, como comer Nutella à vontade sem engordar. Ou nunca mais ter TPM. Ou, até, quem sabe, se tivesse pedido para parar com essa obsessão por aquilo que acontecesse em pensamentos, e em Vegas.