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domingo, julho 07, 2013

Abaixo o Pé de moleque


Tutty Vasques

Apesar de um certo burburinho mobilizador na Praça da Matriz, o mais provável é que os protestos hoje em Paraty sejam tão somente tema de debates na Flip.

Melhor assim: uma passeata no Centro Histórico terminaria com um sem número de intelectuais feridos por topadas no caminho das pedras para as tendas.

O calçamento pé de moleque seria, paradoxalmente, o principal motivo de uma hipotética manifestação de literatos na 11ª Flip: só na noite de abertura, sete participantes do evento teriam estropiado o dedão do pé bicando pedras do chão na saída da homenagem a Graciliano Ramos.

Outro motivo histórico de queixa dos habitués da festa internacional é o tempo absurdo de espera por um prato de comida nos restaurantes da cidade. O pedido do almoço sai, por vezes, no jantar.

Juntando a fome com a dificuldade de caminhar, tinha gente ontem convocando uma grande vaia simbólica no jornalista e mediador William Waack contra tudo isso que aí está. A conferir!

Patrimônio imaterial

Quanto será que está valendo o terno usado do Lula que Eike Batista arrematou por R$ 500 mil num leilão em 2010?

Morena troncuda

Campeã em Wimbledon, a francesa Marion Bartoli põe fim à era das tenistas louras engraçadinhas.

Serena Williams continua hors-concours nesta disputa.

Ô, raça!

Todo rico é assim:

Acha que 20 centavos fazem muita diferença na cotação do dólar e nenhuma diferença na passagem de ônibus.

Vão pra rua

Quem não conhece São Paulo acha que o famoso ‘vão do MASP’ é assim chamado porque os protestos na cidade em geral vão do MASP até algum outro ponto da Avenida Paulista.

Eu, hein!

Por que diabos Renan Calheiros vai pagar R$ 32 mil pelo voo Maceió-Porto Seguro-Brasília, se o Henrique Alves acertou em R$ 9,6 mil sua dívida com os cofres públicos pela viagem no trecho Natal-Rio-Natal?

Vai ver o presidente da Câmara tinha mais pontos acumulados no programa de milhas da FAB que o colega do Senado!

Padrão Rock in Rio

Se o Rock in Rio entrega em casa ingressos comprados com antecedência pela internet, por que diabos a Fifa não pode repetir o esquema na Copa do Mundo de 2014?

Recuo estratégico

A ocupação das ruas vai, aos poucos, dando lugar a novo movimento, cujo nome dispensa explicação:

‘Ocupe-se!’

Prestigiado

Periga presidente da República no Egito virar um cargo tão instável quanto o de técnico de futebol no Brasil!

Afora o pneu

Depois de quebrar quatro carros em três fins de semana, Felipe Massa ganhou apelido novo dos mecânicos italianos:

‘Vândalo da Ferrari!

Passe livre aéreo

O Brasil mudou! A turma do Congresso, por exemplo, está usando muito mais aviões da FAB que jatinhos de empreiteiros e afins para voar por aí. Não é nada, não é nada…

Imagina se o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, em vez de recorrer à camaradagem da Força Aérea Brasileira, levasse a família ao Maracanã a bordo daquele Legacy que o Eike Batista emprestava para o governador Sérgio Cabral!

Do jeito que as ações da OGX andam caindo, capaz de político nenhum hoje em dia aceitar carona do Eike, mas imagina quantos bilionários não levariam o presidente do Senado, Renan Calheiros, em total segurança a um casamento inadiável em Porto Seguro! Enfim, tem sim coisa pior que chegar com a patroa a um festão na Bahia em avião da FAB!

O que escandaliza no noticiário da semana é o destemor de Renan Calheiros e Henrique Alves em fazer esse tipo de coisa depois daquilo tudo que se viu nas ruas. Vinham fingindo tão bem estar amedrontados, né não?

Impasse

A presidente Dilma está pensando em dar um tapa no visual de seu penteado.

A oposição é contra!

Exceção à regra

Tomara que, ao sentenciar que a Lei Maria da Penha não se aplica a um tipo de mulher agredida como Luana Piovani, o Tribunal de Justiça do Rio não esteja excluindo dos rigores da lei todo namorado violento de louras abusadas em geral!

Vô ou não vô?

Para preservar uma amizade alimentada há quase meio século de festas literárias em comum, Luis Fernando Verissimo e Zuenir Ventura decidiram não participar da Flip 2013.

Sabendo que na próxima vez que se encontrarem vão acabar brigando por conta da disputa que travam, cada um em seu quadrado de jornal, para saber quem tem a netinha mais incrível – Lucinda Verissimo ou Alice Ventura –, os escritores combinaram não pagar este mico na frente de meio mundo literário em Paraty.

O poeta Ferreira Gullar já ofereceu sua casa para a contenda!

Viajou!

Depois de ouvir melhor a voz das ruas, Renan Calheiros já trabalha em projeto para estender o passe livre da FAB a estudantes!

Dias infernais

Depois de um longo bloqueio da Fernão Dias por caminhoneiros, a rodovia ganhou apelido de quem vive às suas margens na fronteira de São Paulo e Minas Gerais:

‘Infernão Dias’.

A luta continua

Tem frase nova de porta de banheiro nos toaletes da OGX:

“Eike endurecer $em perder a ternura!”

Será?

Corre entre as fonoaudiólogas da TV Globo o boato de que Ronaldo Fenômeno ficou com aquela voz depois que operou as amígdalas!

Fim do mundo News

A violência sexual torna a ação dos vândalos nos protestos da Praça Tahir, no Cairo, incomparável com os estragos patrimoniais provocados pela “minoria de baderneiros” no Brasil.

Pela preservação das amígdalas do Neymar!

A regra é clara: não se mexe em time que está ganhando, mas os médicos que cuidam de Neymar decerto desconhecem as normas do futebol: isso lá era hora de tirar as amígdalas do craque, caramba? Vai que…

Se fosse há um ou dois meses, os homens de branco do Barcelona e da CBF poderiam até diagnosticar o problema na garganta como causa do cai-cai do jogador em campo.

Mas depois de suas atuações na Copa das Confederações e do gol que fez do meio de campo na madrugada de ontem em amistoso contra os ‘Amigos do Messi’, francamente, melhor seria que, por ora, não lhe cortassem nem o cabelo.

Dizem os médicos – ô, raça! – que, sem amígdalas, Neymar vai crescer e ganhar massa muscular, parece que o Hulk também era uma tábua antes de operar a goela.

Enfim, não sei se é tarde demais – a cirurgia está marcada para amanhã –, mas talvez ainda dê tempo de se convocar um protesto de rua pelo Facebook: ‘Abaixo a operação das amígdalas de Neymar!’

A derrocada de um mito


Giba Um

Durante os últimos anos, quando anunciava uma empreitada nova por dia e ocupava a sétima colocação no ranking da Forbes dos maiores bilionários do planeta, atribuía-se ao empresário Eike Batista o toque de Midas. Na mitologia grega, Midas foi um rei que pediu ao deus Poseidon um dom: tudo que ele tocasse viraria ouro. No começo, foi uma maravilha, só que depois deu fome e ele viu que tinha feito um mau negócio. Agora, quando deixa a presidência do Conselho da MPX, empresa de energia e a mais promissora do grupo, que ainda tem outras seis, inicia-se o colapso da EBX. Por isso, banqueiros e ex-diretores de suas companhias, estão lhe brindando com outro tipo de toque. Tudo o que ele toca ou já tocou, vai virar outra coisa.

CPI do BNDES

De um lado, o BTG Pactual, de André Esteves, cancela a linha de crédito de US$ 1 bilhão para as empresas de Eike Batista; de outro, descobre-se que o total de empréstimos do BNDES para seu grupo é de R$ 10,4 bilhões que, dependendo do futuro de suas companhias, estão ameaçados de virar pó. Esses empréstimos são dados pelo BNDES com juros de 6% do ano, com dois anos de carência e longo prazo. No Congresso, já floresce, devido a esses e outros empréstimos, a idéia de uma CPI do BNDES que, dependendo, pode virar um problema bem maior do que o plebiscito.

Renúncia no ar

Se os mensaleiros conseguirem convencer, através de seus advogados, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal a iniciar um segundo tempo do julgamento do maior escândalo político nacional, na apreciação dos embargos nos próximos dias, que ninguém duvide: Joaquim Barbosa estaria disposto a renunciar e não apenas à presidência da Alta Corte, mas ao próprio exercício da função de ministro. Declaratórios ou infringentes, os embargos se transformaram hoje na conspiração dos derrotados. E Barbosa, não compactuando com tudo isso, pode virar o candidato que derrotaria Dilma Rousseff nas eleições do ano que vem.

Contra reeleição

No Programa do Ratinho, a ex-ministra do Meio Ambiente e pré-presidenciável Marina Silva, defendeu a gestão dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula: um “trabalhou a favor da estabilidade econômica” e outro “investiu na inclusão social”. E também disse ser contraria à reeleição, inclusive de Dilma Rousseff com a qual, a propósito, nunca manteve nem mesmo relações cordiais.

Quase primeira-dama

Se Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara, foi de jato da FAB ao Rio, para assistir a final da Copa das Confederações e fazer bonito junto à noiva Laurita Arruda, a moça até merece. Bonita, jornalista, blogueira e figura querida nas rodas de Natal, Laurita também experimentou as emoções de ser primeira-dama nas 24 horas que Henrique respondeu interinamente pela Presidência da República, quando também voaram juntos em outro jato – e esse, da Presidência. O blog de Laurita chama-se Território Livre e outros blogueiros de lá, que já viram a moça discursar, apostam que ela vai entrar para política.

Chiclete e pé nervoso

Na semana passada, Dilma Rousseff, num momento de total carência, teria confidenciado: “Fugiram todos. Ninguém me defende”. Congressistas do PT e da base aliada e mesmo a maioria dos ministros, nesses dias, ninguém tem colocado a cara para fora para defender a Chefe do Governo. Além de não acreditarem na história de plebiscito para reforma política, acabam dando o troco de como vem sendo tratados pela presidente, antes e depois do tsunami das manifestações de rua. Antes, nas conversas, ela não parava de mascar chiclete, levantava a voz e encerrava a reunião rapidamente; agora, o chiclete continua e ela balança, o tempo todo, nervosamente, o pé, tensa e impaciente.

Rei da censura

Antes da reunião de Dilma com artistas para falar de direitos autorais, Roberto Carlos ficou conversando com ela, sozinho, no gabinete, por cerca de 20 minutos, privilegio que a maioria dos ministros não conseguiu em dois anos e meio de governo. Quem pediu a conversa reservada foi ele: mobiliza apoios para censurar, na Justiça, um trabalho acadêmico sobre moda e comportamento da Jovem Guarda, de Maria Zimmermann, que, embora traga um desenho do cantor na capa e um foto sua no miolo, não faz menção a sua vida intima.

Gostosona, não

Tatá Werneck, a Valdirene de Amor à Vida, atração especial da novela (há quem aposte que Paola Oliveira estaria reagindo contra o destaque que vem sendo dado à humorista), é baixinha, mas nem por isso – e é ela que garante – deixa de inspirar os homens. “Não sou gostosona, mas eu me amo. Foi pelo meu jeito de humor que as pessoas já se sentiram atraídas por mim”.

Nova categoria

Nos blogs de humor: tem sem-terra, sem-casa, sem-emprego e logo poderá ganhar nova categoria. No futuro, Eike Batista poderá ser o primeiro sem-bilhão.

Mais diárias

Em junho, mês em que o Brasil sediou a Copa da s Confederações, a União pagou R$ 115,3 milhões em diárias para servidores civis e militares. O valor é 12% maior que o desembolsado no mesmo período do ano passado, quando R$ 102 milhões foram pagos. O Ministério da Justiça foi o que mais gastou: R$ 31,2 milhões foram pagos a servidores da Pasta em junho e desse total, R$ 22,3 milhões para arcar com despesas relacionadas à Copa das Confederações, principalmente com segurança.

Novo concorrente

O deputado Paulo Teixeira, de São Paulo, acaba de lançar sua candidatura à presidência nacional do PT. Concorre como representante do bloco Mensagem ao Partido, que admitiu a existência e criticou o mensalão. Dessa corrente, fazem parte o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Rui Falcão concorre à reeleição.

Canção de protesto

A cantora Marisa Monte, que já participou de manifestação no Rio, acaba de compor (com Dadi e Arnaldo Antunes) uma música sobre a luta dos brasileiros nas ruas por conquistas. Em turnê nos Estados Unidos, já cantou a composição, ainda sem título, explicou o que era e ganhou cinco minutos de palmas ininterruptas.

Nas ruas

Por recomendação de João Santana, Dilma Rousseff vai aumentar o número de suas viagens pelos estados brasileiros, anunciando pequenas ou grandes obras. É a receita encontrada para que a Chefe do Governo supere a crise que assola o país e recupere os pontos percentuais perdidos nas últimas semanas. Embora não signifique o atendimento imediato de quaisquer reivindicações das manifestações de rua, Santana acha que “ela deve ir para a rua”, como fez Lula na época do mensalão. Nem na campanha de 2010, Dilma foi ao encontro “dos braços do povo”. Mais: esse tipo de ação merecerá um super-esquema de proteção policial. Ela teme algum tipo de agressão.

Rindo

Em Salvador, onde foi anunciar o Plano Safra do Semi-Árido, que destinará R$ 4 bilhões para pequenos agricultores abatidos pela estiagem e acabou apoiando as manifestações de rua, a presidente Dilma Rousseff, vira e mexe, abria largo sorriso. A essa altura do campeonato, ninguém conseguiu entender do que ela ria tanto.

Até ingresso

Na semana passada, Fernando Henrique Cardoso, já eleito para a Academia Brasileira de Letras, participou do primeiro chá na Casa de Machado de Assis, ao lado de outros acadêmicos. Foi um encontro regado a histórias e lembranças divertidas dos intelectuais. No final, FHC brincou: “Se for sempre assim, eu vou até pagar ingresso”.
 
Vende-se

Além do jato Legacy 600, Eike Batista está vendendo seu suntuoso iate Pershing, de 115 pés e 5.100 cavalos, comprado há cinco anos. É o maior barco, o mais caro e ultra-veloz ancorado em marinas brasileiras, batizado de Pink Fleet. Custou US$ 19 milhões. Também o restaurante Mr. Lam, de comida chinesa, poderá ser passado adiante: anda vazio. Apenas a Mercedes SLR McLaren, que tem na parede de sua sala de visitas, deverá ser poupada: custa R$ 2,7 milhões. Outra igual a essa foi destruída, num desastre, pelo filho Thor Batista.

Vendetta

Em maio, o jogador Cristiano Ronaldo assistiu a um show de Rihanna, em Lisboa e compartilhou nas redes sociais foto onde aparece ao lado dela. Em Madri, perguntada sobre um possível affair com ele, a cantora respondeu: “Tenho muitos amigos gays e apoio a diversidade”. O jornal espanhol Vanitatis entendeu que ela estava insinuando que o craque era gay. Cristiano Ronaldo namora, há tempos (e diz que é muito ciumento) a modelo russa Irina Shayk e teria pulado fora das investidas de Rihanna, que lhe deu o devido troco. É a versão do TMZ.

Outro mundial

De 14 a 17 de novembro, o Rio sediará o Mondial de la Bière, festival internacional de cerveja, quando é esperado um público de 20 mil pessoas, degustando mais de 400 marcas de bebida.

Kit da fé

Lojistas da Saara e também camelôs do Rio (e igualmente em Aparecida, interior de São Paulo, onde o Papa Francisco rezará uma missa este mês) estão vendendo um kit da fé, com terço e garrafinha de água. Tem dupla utilidade; pode ser usado para matar a sede nas caminhadas e demais celebrações ou para guardar água benta.

Antigo bordão

Alexandre Padilha, ministro da Saúde, área onde se concentram os maiores problemas do governo Dilma Rousseff, na condição de pré-candidato ao governo de São Paulo, anda visitando diversas cidades do interior do Estado, com ou sem obras para inaugurar. Em muitos locais, tem sido brindado com um antigo bordão usado num quadro de Jô Soares, nos tempos em que fazia programa de humor. O personagem (homônimo do ministro) louvava a mulher que tinha – e que o traia. Aí, alguém gritava: “Vai pra casa, Padilha!” No caso do ministro, a recomendação nada tem a ver com sua mulher: é por causa dos maus resultados na Saúde.

Menos ministérios

No governo Lula havia 27 ministérios; no governo Dilma, já são 39, incluindo secretarias com status de ministério. Agora, como até o ex-presidente acha que a redução do número de ministérios teria repercussão popular, significando empenho presidencial no enxugamento da máquina, Dilma Rousseff começa a pensar no assunto. E volta a cogitar a fusão das secretarias da Igualdade Racial, Políticas para Mulheres e Direitos Humanos numa única Pasta. Também Integração Nacional e Cidades poderiam ser fundidas e até Educação com Cultura.

Relações azedas

O discurso de Dilma Rousseff da semana passada obrigou o vice-presidente Michel Temer se desdizer: ele anunciara que o governo desistira da proposta do plebiscito, depois de ouvir a base aliada, contrária à medida antes de outubro. E azedaram, para valer, as relações entre os dois, já estremecidas desde que ela escanteou o vice na primeira proposta de plebiscito para constituinte de fins específicos.

Foto, não

Depois da aprovação do projeto do Ecad, na semana passada, no plenário do Senado, Roberto e Erasmo Carlos, mais Caetano Veloso, literalmente evaporaram de cena. Caetano não queria – e convenceu os outros dois – posar para foto ao lado de Renan Calheiros, que teve de se contentar com os demais artistas presentes.

Choro duplo

No mesmo dia, a ministra Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, chorou duas vezes: primeiro, no gabinete, com assessores, lamentando que não conseguia ser ouvida por ninguém da base aliada; depois na reunião do PT, fazendo apelo que os companheiros não se dividam, nem na defesa do governo e tampouco nas eleições para a presidência do partido.

quinta-feira, julho 04, 2013

Luma Gomes: uma perda irreparável!


Na madrugada de sexta para sábado último, Luma Gomes, filha caçula do poeta amazonense João Bosco Gomes e acadêmica de Direito, foi fazer um lanche no Mc Donald, em Realengo (RJ), no carro de seu pai, na companhia de dois amigos, com um deles, Patrick, dirigindo o veículo.

Na volta pra casa, um motociclista roletou o sinal vermelho, Patrick se assustou, perdeu a direção, a roda travou, o carro capotou e foi de encontro a uma árvore.

A Luma não resistiu ao impacto, vindo a falecer horas depois, após passar por uma cirurgia no Hospital Público Alberto Suache.

Há dois meses, Luma tinha vindo a Manaus nos presentear, a mim e ao Marius Bell, com os livros autografados pelo artista plástico Benício, enviados pelo João Bosco Gomes.

A redação do CANDIRU e o mocó estão de luto.

Jornalista, poeta e escritor, João Bosco Gomes foi meu contemporâneo no Grupo Escolar Getúlio Vargas e depois meu colega de classe na Escola Técnica Federal do Amazonas.

Ele se mudou para o Rio de Janeiro em 1976, onde casou com a Arléa e vive até hoje.

É dele esse texto abaixo, publicado um dia após a Manifestação, no Rio de Janeiro, na Av. Presidente Vargas:

Cada vez que eu vejo, alguém falando que ao invés de estarmos mudando o país, estamos acabando com ele, eu fico com pena com a falta de informação que essa pessoa tem, com pena do pensamento pequeno e mesquinho, que por ela, continuaria sem ao mesmo lutar contra esse governo, que só nos pisa, que ontem, para mais de 1 milhão de pessoas, se mostrou ditatorial e opressivo.

Crianças, jovens e idosos estavam no protesto, de UM MILHÃO, 300 eram vândalos, e colocaram a polícia, o BOPE, a FORÇA NACIONAL, e o EXÉRCITO nas ruas!

Mas, adivinhem, pessoas que só assistem a Globo, não saem de casa e queriam mais é que parássemos, e deixássemos as coisas continuarem do mesmo jeito, a sua querida Globo e todos os outros canais, PARARAM de informar quando todas essas forças de forma INJUSTA começou a oprimir, bater, cercar pessoas inocentes, que estavam apenas lutando por um direito delas, sobrando apenas o RÁDIO, para sabermos o que acontecia com as pessoas que estavam lá.

Então por favor, parem de falar merda, saiam de frente da televisão, da sua zona de conforto, e vai lá ver o que acontece na rua, quando vamos exigir, o que é nosso POR DIREITO!

Post Scriptum:

Minha caloura de Direito, descanse em Paz!

Caros amigos e familiares, obrigado pela força!

Estou ainda atordoado com a perda abrupta da minha caçula Luma.

A minha vontade é só de chorar pelos cantos da casa que agora está imensamente vazia.

Procuro não ouvir os miados da Anita e nem olhar para o labrador Radar e tê-los como se perguntando por ela...

Ligo no facebook para me confortar com as mensagens, mas logo desligo, pensando como fazermos para reinventar a vida sem a contagiante presença carinhosa e determinada da Luma.

Deus há de mostrar uma luz para nós enxergarmos uma saída.

Tenho a Arléa, a Lia, a nossa família e dezenas de jovens e familiares que distintamente ela me proporcionou conhecer e compartilhar da vossa amizade.

Quero agradecer ao Padre Marcelo da Paróquia São Lourenço de Bangu e também aos meus sobrinhos Charles & Tércia, as minhas irmãs Célia, Dora e a minha sobrinha Tatiana, pelas orações e cânticos de conforto na Capela “A”, do Jardim da Saudade, em Sulacap.

“Ele me invocará, e eu lhe responderei;

Estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.

Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.” (Salmo 91).

A farra aérea dos dois casos de polícia que comandam o Carandiru sem grades


Augusto Nunes

Tanto pelo número de páginas quanto pela abrangência dos delitos, que vão de A a Z nos atropelamentos do Código Penal, o prontuário de Renan Calheiros lembraria um dicionário caso fosse transformado em livro. Se a lei valesse para todos, o cangaceiro de terno e gravata teria perdido há muito tempo o direito de ir e vir. No Brasil do lulopetismo, vai e vem em aviões da Força Aérea Brasileira. De graça.

Nesta quarta-feira, descobriu-se que Renan, valendo-se das prerrogativas de presidente do Senado, requisitou um jatinho da Aeronáutica para comparecer ao casamento da filha de Eduardo Braga, líder do governo na Casa do Espanto. Embora represente o Amazonas e more em Manaus, Braga decidiu que a noiva Brenda merecia uma festança na praia de Trancoso, no litoral baiano.

No dia 15 de junho, o cliente VIP da FABTur decolou de Maceió no fim da tarde, pousou em Porto Seguro menos de uma hora depois, foi de carro oficial para Trancoso, comeu do bom e do melhor, bebeu sem medo de leis secas, voltou para o aeroporto no carro chapa-branca, embarcou na madrugada rumo a Brasília, desfrutou do sono dos sem-remorso e acordou achando que a vida vale a pena. Principalmente para portadores de salvo-conduto para delinquir.

“Dois casos de polícia vão chefiar o Carandiru sem grades”, informou o título do texto aqui publicado em 16 de janeiro, quando ficou assegurada a eleição de Renan e de Henrique Alves. A farra aérea que acaba de devolver a dupla ao noticiário exige a reprise do post:

Em nações politicamente adultas, Renan Calheiros e Henrique Alves não passariam da primeira anotação no prontuário: antes da segunda patifaria, seriam transferidos da tribuna para um tribunal, teriam o mandato cassado e só voltariam ao Congresso para depor em alguma CPI ou, depois da temporada no presídio, fantasiados de turistas. Num Brasil com cara de clube dos cafajestes, o senador alagoano vai presidir a Casa do Espanto e o deputado potiguar vai administrar o Feirão da Bandidagem. Faz sentido.

A seita lulopetista aprendeu que folha corrida é currículo, integridade é defeito e honra é coisa de otário. Como nas disputas promovidas mensalmente pela coluna para a escolha do Homem sem Visão do Ano, a eleição do presidente da Câmara ou do Senado comprova que os congressistas votam no candidato que lhes pareça o pior entre os piores. A galeria dos eleitos depois do advento da Era da Mediocridade confirma que, quanto mais alentado for o prontuário, maior será a chance de vitória.

Indicados pelo PMDB, com o endosso de partidos da base alugada e o apoio da oposição oficial, Renan e Henrique Alves estão à altura dos atuais ocupantes do cargo. José Sarney só não foi despejado da presidência do Senado porque Lula o promoveu a Homem Incomum e os oposicionistas estão em férias há 10 anos (veja o post reproduzido na seção Vale Reprise). Renan teve de renunciar ao posto para escapar da cassação que até seus comparsas achavam inevitável. Marco Maia acha muito natural que um deputado condenado pelo STF passe o dia no plenário e a noite na cadeia. Henrique Alves já avisou que, se José Genoíno precisar de um coiteiro, é só chamar o presidente.

Contemplada do lado de fora, a sede do Parlamento brasileiro é uma bela criação da grife Niemeyer. Visto por dentro, sobretudo por quem conhece a face escura dos inquilinos, o lugar onde deveria haver um Congresso é reduzido a um acampamento de meliantes com um terno escuro que não se dá com a gravata, sorriso de aeromoça e a expressão confiante de quem confunde imunidade parlamentar com licença para pecar.

O Congresso virou um Carandiru sem grades. É natural que seja dirigido por casos de polícia.

Plebiscito em estado terminal


Tudo indica que o plebiscito da presidente Dilma não apenas subiu no telhado como lá se instalou definitivamente. Depois de o TSE condicionar a realização da consulta a um prazo de 70 dias após sua referenda pelos poderes competentes, parlamentares da base aliada, entre os quais os presidentes das duas Casas do Congresso, conversaram muito e chegaram à conclusão de que não há mesmo tempo hábil para fazer a consulta popular, elaborar e votar a reforma política antes de 5 de outubro, para que possa vigorar já nas eleições de 2014.

Resta agora recolher o cadáver do telhado com um mínimo de dignidade. A saída honrosa que está sendo cogitada para que a presidente não tenha que simplesmente desistir do plebiscito, como já desistira da Constituinte exclusiva, seria jogar a consulta para 2014, para ser realizada juntamente com as eleições gerais de outubro. Ainda haveria o argumento positivo da economia de recursos, vez que a organização pela Justiça Eleitoral de um plebiscito em caráter de emergência não sairia por menos de R$ 500 milhões, numa estimativa (bem) conservadora.

Desse modo, a presidente Dilma não estaria recuando, mas atendendo à voz das ruas, embora não de imediato, por impossibilidade de tempo. E poderia levar o país a fazer uma reforma política muito mais séria e consistente, efetivamente discutida pelas representações da sociedade, como deve ocorrer com a elaboração de uma legislação desse alcance e que constitui uma necessidade há tanto tempo represada no país.

Outra hipótese, levantada pelo vice-presidente Michel Temer, é aprovar alguns pontos da reforma política dentro de uma tramitação legislativa normal, já com validade para as eleições de 2014. Ou, como já começa a acontecer, com a votação de pontos sobre os quais já existem projetos em andamento, como, por exemplo, o fim do voto secreto no Congresso – que faria parte da reforma política, mas já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Voltou à tona, também, a tese da realização de um referendo submetendo à vontade popular o compêndio integral da reforma depois de a mesma ser elaborada pelo Legislativo.

Além da questão do prazo exíguo, oficialmente responsável pela quase assumida morte do plebiscito, alguns dos mais importantes juristas brasileiros levantaram novas questões, como o professor Miguel Reale, que observou que a própria convocação da consulta popular pelo Legislativo exigiria aprovação por quorum qualificado (três quintos), por envolver matéria constitucional. Constatou-se, também, que a Constituição não pode ser alterada por perguntas plebiscitárias, o que significa, portanto, que o plebiscito não pode conter perguntas que impliquem em mudanças constitucionais, como pretende fazer a presidente Dilma. Segundo as assumidades em processo legislativo, isso só pode ser feito através de proposta de emenda constitucional, a hoje famosa PEC.

Com a desativação quase certa da ideia do plebiscito, a presidente Dilma e o seu governo vão ter a oportunidade, enfim, de cuidar com mais atenção das outras reivindicações das ruas, dando consequência aos pactos nacionais pomposamente propostos pelo governo para as áreas da saúde, da educação e da mobilidade urbana. Se isso não for feito, Dilma vai ficar sem discurso. E seu governo, com prazo de validade cada vez mais curto.


Rede Sustentabilidade
A ex-senadora Marina Silva informa que a Rede Sustentabilidade, novo partido que tenta fundar, já conta com as 500 mil assinaturas necessárias para o pedido de registro, mas que espera obter 800 mil apoios até 10 de julho. Ela reafirmou que vai entrar com ação no STF se o Congresso aprovar o projeto que inibe a criação de novos partidos, dificultando-lhes o acesso ao tempo de propaganda eleitoral na TV e rádio e ao fundo partidário. Marina considera o projeto casuístico e com a única intenção de “tirar 35 segundos dos partidos que estão sendo criados”.

Jogando pra torcida

Reunida esta semana, a executiva nacional do PMDB discutiu bastante a situação política diante das manifestações nas ruas das cidades brasileiras e aprovou um documento com uma série de considerações, entre as quais uma espécie de recomendação ao governo para que reduza o número de ministérios. A nota não informa se entre os eventuais cortes estariam ministros do PMDB ou se o partido, para dar o exemplo prático da aplicação da sua proposta, sacrificaria algumas das pastas que hoje ocupa.

Perguntar não ofende

Embora a lei não tenha efeito retroativo para punir, não seria fora de propósito perguntar se, com os novos ditames legais do combate à corrupção agora aprovados pelo Congresso, os deputados mensaleiros José Genoino, João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry se consideram moralmente hediondos.

Drible da vaca?

Grande jogador, um dos melhores da história do futebol brasileiro, e com uma atuação surpreendente como parlamentar, com intervenções e propostas sempre pertinentes, o deputado federal Romário Faria, PSB, pode estar à beira de marcar um gol contra. Na última quarta feira, ele admitiu nas redes sociais considerar a possibilidade de ser candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo seu partido, no pleito de 2014. Compreende-se a ideia caso traduza a disposição a um sacrifício pessoal pelo PSB, talvez para dar um bom palanque ao candidato presidencial do seu partido, Eduardo Campos. Mas, como provavelmente não se trata disso, o deputado poderá estar sacrificando, por pressa em queimar etapas, uma reeleição praticamente certa e uma carreira política bastante promissora. Será um drible do Baixinho para enganar os adversários?

No dos outros é refresco

Criticaram muito a presidente Dilma Rousseff quando, há pouco tempo, ela determinou a não divulgação dos gastos com as viagens presidenciais. Críticas justas. Mas a verdade é que não se viu a mesma ênfase nas críticas ao presidente do Poder Judiciário, ministro Joaquim Barbosa, que mandou tirar do portal da transparência do Supremo Tribunal Federal informações relativas aos gastos dele e dos seus pares com passagens aéreas. A bronca de Barbosa foi a divulgação de que ele usara créditos aéreos do STF enquanto estava em licença médica.

Santo do pau oco


Passou certa arrogância a remessa de e-mails do marqueteiro João Santana aos principais ministros do governo e mais influentes dirigentes do PT afirmando de forma taxativa que a presidente Dilma Rousseff em quatro meses recupera a sua popularidade, recém-despencada em razão das manifestações nas ruas e do modo um tanto trapalhão com que o governo reagiu à crise, com propostas mirabolantes (como a da Constituinte exclusiva) que não sobreviveram 24 horas. Para o marqueteiro, Dilma recupera a boa avaliação se lançar ações em várias frentes, imprimindo à sua gestão um estilo metralhadora giratória, tirando projetos da gaveta e apresentando resultados. Trata-se, ao que tudo indica, de exercício de futurologia de marqueteiro. Por que ele acha que quatro meses, e não três ou cinco, é o tempo certo para os projetos maturarem e começarem a dar frutos concretos? Logo num país como o Brasil, onde proliferam casos como o da transposição do São Francisco e da ferrovia Norte-Sul, obras onde se gastou muito tempo, se enterrou muito dinheiro público e até hoje não apresentam qualquer perspectiva de conclusão. 

segunda-feira, julho 01, 2013

A volta dos cangaceiros mortos-vivos


Edson Aran

Era uma manhã cinzenta e depressiva feito um disco da Maria Bethânia. Eu abri os olhos, mas não quis me levantar. Fiquei deitado e vi que horas eram. Depois peguei o meu iPad 5.0 com Tração nas Quatro Rodas para ler as notícias do dia.

O mundo sempre foi uma pouca-vergonha, mas isso já era ridículo: “Em busca de um novo amor, ex-BBB Greyci Quéli depreda restaurante no Leblon. PM usa bomba de efeito moral, mas é abatida por 487 BBBs de edição anteriores, que depois seguiram para a casa de Boninho, onde ficarão acampados até conseguir papel em ‘Malhação’”.

Tem alguma coisa muito errada com essa merda de país ou meu nome não é Ermenegildo Pinto, pensei. Eu entendo desse troço. Mobilização espontânea das massas só acontece quando passa trio elétrico na rua. Povo só se junta pra fazer coreografia de axé music. Sair marchando com cartolina e molotov? Nem a pau, juvenal! Isso é conspiração. E das boas.

Abro a janela. Lá em baixo, uma marcha que defende Aborto Gay Mutuamente Consentido entra em choque com a passeata dos Evangélicos Pró-Cura Gay Depois da Meia-Noite. A polícia tenta conter os baderneiros com spray de pimenta dedo-de-moça temperada com semente de mostarda, receita de um chef de cozinha contratado especialmente para controlar os protestos.

Do outro lado da rua, duzentos caras usando máscaras do Guy Fawkes exigem:

1) A volta do AI-5 e do Chapolin Colorado

2) Show do Michel Teló em Santa Ignorância do Norte (MT)

3) A Revogação Imediata da Lei do Ventre Livre


Tomo um café preto feito o futuro da América Latina. Na TV, uma mulher gorda e cheia de laquê propõe plebiscito para fazer uma comissão para discutir como elaborar uma constituinte e agendar uma reforma política.

Isso, definitivamente, não estava certo. Não eram apenas R$ 0,20. Nem malabarista de farol aceita essa merda. Da última vez, o cara arrebentou o vidro do meu carro com três bolas de tênis.

Isso era outra coisa. Forças ocultas solertes, salafrárias, safadas e sem-vergonha estavam usando memes para manter a massa na rua.

Um meme é igual a um gene: é compacto, mas contém informação para criar um organismo inteiro. Um meme funciona como um vírus: depois de inoculado, se propaga sozinho, afetando corações e mentes destruídas por sertanejo universitário e piadas do Rafinha Bastos.

Isso era uma conspiração. Naquela manhã, eu tomei uma decisão: eu desvendaria a trama fedaputa ou morreria tentando.

Peguei o celular e liguei pro Raulzito. Raulzito é um cara que se veste como Raul Seixas e fala feito o Mano Bronha.

“Raulzito? Ermenegildo, mano. Firmeza?”

“Aí, véi, tô na quebrada quebrando tudo com os manos sangue bom. Tá o maior perreio. Ficou pequeno pra esse país vacilão!”

“Cala a boca, retardado!”, eu disse, polidamente. “Você é massa de manobra de uma conspiração internacional, ô cretino.”

“Aí, bródi, não vem moscando não que o tambor vai girar pra ti, tá ligado?”

Não dei trela pro maluco.

“Sai dessa merda agora e vem pra cá que nós temos uma missão: acabar com essa conspiração ou tomar o poder! O que for mais fácil. E no caminho vê se acha o malaco do Bom Selvagem”.

Bom Selvagem é um índio que anda com a gente. Ele é malandro e manipulador feito um marqueteiro, manja? É um silvícola que nasceu mau e depois foi corrompido pela sociedade.

Juntos – eu, Raulzito e Bom Selvagem – representamos as três raças que formam o Brasil: canalha, maluco e safado. E juntos nós vamos acabar com essa conspiração lesa-pátria ou eu não me chamo Venceslau Pietro Pietra! Opa, espera... Esse é o nome que eu uso pra falsificar cartão de crédito. Desculpa aí, foi mal.

(CONTINUA)

Garantido é o campeão do Centenário


Dante Graça e Clarice Manhã

Parintins – O Boi-Bumbá Garantido é o campeão do 48º Festival Folclórico de Parintins.

No ano do Centenário, o Garantido superou o seu adversário e conseguiu conquistar seu 29º título da história folclórica do Boi do Povão.

A pontuação total foi de 1259,1 para o Garantido contra 1258,5 para o Caprichoso.

Na comemoração, os dirigentes do Garantido apontaram para o troféu cantando “Eu vou te buscar”, um trecho da música Juma.

Para o presidente do Garantido, Telo Pinto, a vitória veio graças à galera do Garantido.

“A gente se preparou para vencer e foi uma vitória da força do povão, da nossa galera”, ressaltou ele.

O vice- presidente do Garantido, Marco Aurélio Medeiros, destacou que essa vitória representa a força da união.

“Tenho certeza que o mestre Lindolfo está fazendo parte desta festa conosco lá no céu”, afirmou ele.


Na apuração das notas da primeira noite, o Caprichoso saiu na frente.

Quando foram apuradas as notas do bloco A, que englobam os itens Apresentador, Levantador de Toadas, Batucada ou Marujada, Amo do Boi, Galera, Toada – Letra e Música e Organização do Conjunto Folclórico, o bumbá azul e branco abriu seis décimos de vantagem.

A situação apertou mais quando abertas as notas do bloco B, que compreende aos itens Porta-Estandarte, Sinhazinha da Fazenda, Rainha do Folclore, Cunhã-Poranga, Pajé, Boi-Bumbá Evolução e Coreografia.

O Garantido, neste bloco, fez 3 décimos de frente e reduziu a vantagem do Caprichoso.

No bloco C, o equilíbrio foi a tônica.

No bloco que avalia os itens Ritual Indígena, Tribos Indígenas, Tuxauas, Figura Típica Regional, Alegorias, Lenda Amazônica e Vaqueirada, o resultado final foi o empate – inclusive a galera, onde há uma competição à parte. 

Com o empate, o Caprichoso fechou a noite com 419,5 pontos contra 419,2.


O clima de nervosismo e apreensão tomava conta da sala onde acontecia a apuração no Bumbódromo.

Uma das mais nervosas era a presidente do Caprichoso, Márcia Baranda, que tomava suco de maracujá para tentar acalmar os ânimos. 

E o nervosismo de Márcia se justificou quando as notas do bloco A da segunda noite foram abertas.

Na abertura das notas do Bloco A, o Garantido abriu vantagem, especialmente nas notas atribuídas pelo jurado Alfredo José de Assis, da Bahia. 

Ele deu 9,4 para o apresentador Júnior Paulain, 8,8 para o amo do Boi Edílson Santana e outro 9,4 para o levantador David Assayag. 

Na contagem final do bloco, o Caprichoso ficou atrás por 4 décimos, o que colocou o Garantido na ponta momentaneamente, por um décimo.

No Bloco B, o Garantido continuou melhor, na opinião dos jurados e fechou o bloco com 140 pontos, contra 139,9 do rival, o que deixou o boi azul dois décimos atrás na contagem.

A vantagem do vermelho e branco se consolidou com a apuração das notas do bloco C, e o Garantido fechou a noite com 419,9 contra 419,4 e ficou dois décimos à frente na contagem geral.


A contagem da terceira noite abriu com o Garantido acumulando 838,9 pontos contra 838,7.

O mesmo bloco A que selou a vitória do Garantido na segunda noite, foi o responsável por um começo de noite ruim na terceira noite.

O jurado Alfredo José de Assis, que atribuiu notas baixas ao Touro Negro na segunda noite, fez o mesmo com o Garantido na terceira.

O apresentador Israel Paulain recebeu nota 9, o Levantador Sebastião Júnior ganhou nota 9,4 e o amo do Boi, Tony Medeiros, recebeu a nota 8,6, a menor de toda a apuração. 

Mesmo assim, o Garantido ainda conseguiu fechar o bloco A com dois décimos à frente do Caprichoso, abrindo mais vantagem.

No bloco B, o equilíbrio foi bem maior, e por isso o Garantido conseguiu manter sua vantagem, uma vez que, na somatória das notas, o total foi de 140 a 140.

No bloco C, o Garantido abriu vantagem de cinco décimos e, antes mesmo da abertura das últimas notas, a festa vermelha e branca começou no Bumbódromo. 

Na terceira noite, a parcial foi de 420 para o Garantido e 419,6 para o Caprichoso.


Logo após a definição do Garantido como campeão do Festival Folclórico de Parintins, a presidente do Caprichoso, Márcia Baranda, mostrou elegância e aceitou, resignada, o resultado.

“Cabeça de jurado é cabeça de jurado”, avaliou a presidente.

Assim que saiu o resultado, Márcia cumprimentou os dirigentes do Garantido e ressaltou o empenho do Caprichoso neste festival.

“O Caprichoso fez um excelente trabalho”, analisou a presidente, que deixa o cargo em agosto.

“Vou continuar lutando sempre pelo bem do festival”, afirmou ela, na saída do Bumbódromo.

(fonte: portal d24am)



NOTA DO EDITOR DO MOCÓ

Coisa que não fazia há cinco anos, assisti as apresentações dos dois bumbás durante as três noites.

Nas duas primeiras noites, o Caprichoso deu um show de beleza, criatividade e competência e o Garantido, que só animou a galera por causa das suas toadas mais antigas, não entrou na arena.

Era como se a plateia estivesse assistindo dois filmes de ficção: “Avatar”, estrelado pelo Caprichoso, e “A Guerra dos Mundos”, de 1952, estrelado pelo Garantido – tal a tosquice de suas fantasias e alegorias comparadas com as do adversário.

Na última noite, ocorreu o contrário.

O Garantido deu um show de empolgação e o Caprichoso não entrou na arena.

Deu no que deu.

Todos contra a homofobia!


Graciella Carvalho resolveu se envolver no combate à homofobia no Brasil.

Apresentadora do Multishow, a Vice-Miss Bumbum 2011 chamou a atenção para o assunto como melhor sabe fazer: tirando a roupa.


Ela fez um ensaio sensual acompanhada da modelo Marianne Ranieri, com quem demonstrou bastante intimidade.


“Resolvi fazer esse ensaio contra o preconceito, pois acho as pessoas muito hipócritas e preconceituosas”, afirmou. “Adoram julgar os outros sem ao menos saber sobre o que estão falando ou sem ao menos ter experimentado.”


“Adoro homens, mas já me relacionei com mulheres e o preconceito é grande”, comentou.


Sei não, mas eu encararia um ménage a trois com a Graciella e uma de suas amiguinhas...

 Você não?

Prisão perpétua para mulher que cortou o bilau do marido


Na última sexta-feira, 29, uma mulher no sul da Califórnia, Estados Unidos, que cortou o pênis do marido e, em seguida, colocou o bilau no triturador de lixo, foi condenada a prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional depois de 25 anos.

A fiança para ela apelar em liberdade foi fixada em 1 milhão de dólares.

Catherine Kieu, 48 anos, foi considerada culpada por um júri de Orange County, por mutilação grave, tortura e agressão contra o marido, crime ocorrido em julho de 2011.

A mulher, nascida no Vietnam, drogou o marido antes de amarrá-lo e cortar o seu órgão genital com uma faca, colocando depois o bilau no triturador de lixo.

De acordo com os primeiros policiais que chegaram à cena do crime, a vítima, um homem de 60 anos, estava deitada na cama, com as mãos e os pés amarrados ao pé da cama com uma corda de nylon branco.

Ele tinha uma toalha cobrindo a região da virilha e disse à polícia que sua esposa, Kieu, havia cortado seu pinto.


De acordo com o depoimento, a vítima chegou em casa do trabalho às 5:30 horas do dia 11 de julho.

Os dois tiveram uma discussão sobre um “amigo ficar com eles para jantar”, mas “Kieu não queria que papo com esse amigo e o botou pra fora de casa.”

A vítima disse que Kieu preparou tofu para o jantar.

Kieu perguntou à vítima se ele queria trepar com ela depois do jantar e ele disse que não.

Após o jantar, o homem se sentiu muito cansado e foi para a cama dormir por volta das 9h da noite.

Ele acordou ao perceber Kieu acabando de amarrar seu pulso direito e começando a tirar sua roupa.

A vítima alegou que ela agarrou seu pênis e “com um rápido movimento cortou o bichinho.”

Kieu supostamente fez uma declaração à polícia de que o marido “mereceu” porque não comparecia...

O casal estava casado desde o final de 2009, mas a vítima tinha solicitado o divórcio em maio, citando “diferenças irreconciliáveis”.

Após a audiência, a vítima – identificada apenas como Glen – disse que desejava que o juiz Richard Toohey tivesse aplicado uma sentença mais dura.

“No fundo, no fundo, eu esperava uma sentença mais pesada, mas dadas as restrições da lei, era somente isso o que ele poderia fazer”, disse a vítima.

Ainda bastante traumatizado por ser obrigado a urinar de cócoras, Glen está pensando em mudar o nome para Glenda e depois encontrar um macho que o proteja de mulheres agressivas e violentas, que nem a sua ex.

Dilma está louca pra ficar bem na foto de novo!


Teve mesa grande na Granja do Torto, nesta segunda-feira, dia 1º de julho. A presidente Dilma comandou importante monólogo com todos os seus 39 ministros, com alguns dos quais ela nunca falou, segundo dizem – como seria o caso de Moreira Franco, da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.

A verdade é que a presidente dispõe de ministros para todos os gostos, tem vice-governador de São Paulo, tem ministro que já saiu e já voltou, tem até ministro que brasileiro algum sabe de quem se trata.

Isso, é claro, não tira a importância da reunião de ontem.

Foi importante, muito importante mesmo, indispensável até.

E vai dar uma foto fantástica para tudo que é página de jornal: aquele mesão imponente lotado de gente a perder de vista.

Uma beleza.
A ideia da presidente Dilma e dos que defendem o plebiscito para definir os principais pontos da reforma política é que tudo esteja pronto até o dia 5 de outubro próximo, de modo que as novas regras já possam valer nas eleições do próximo ano.

Qualquer pessoa com um pouco de bom senso que reflita sobre tais prazos observará de imediato que se trata de uma rematada loucura.

Isso quer dizer que o país teria os meses de julho, agosto e setembro para que a Justiça Eleitoral organizasse e votasse o plebiscito, bem como para o Congresso elaborar, discutir e votar a reforma eleitoral.

É impossível fazer alguma coisa decente nesse período.

A reforma política, polêmica por definição, vem sendo protelada há décadas pelos políticos brasileiros, sempre temerosos das inevitáveis mudanças em que ela vai implicar.

Uma reforma política feita em poucas semanas, a toque de caixa, para poder ter o efeito eleitoral de curto prazo que seus elaboradores pretendem, não pode dar em nada que preste.

Seria uma grande irresponsabilidade.

Vem aumentando dentro do governo, entre os assessores mais próximos da presidente Dilma, a pressão para que ela intervenha com mão forte na economia, cuja recuperação seria a principal esperança de reversão de um quadro político hoje inteiramente desfavorável ao seu projeto de reeleição.

É preciso que o produto interno bruto volte a crescer, que a indústria recupere seu vigor e que os preços, principalmente dos alimentos, retorne a patamares aceitáveis.

Ninguém tem a receita completa de como deveria ser feita essa intervenção, mas o principal ingrediente é uma unanimidade dentro do governo: a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, é o primeiro e necessário passo para qualquer que seja a estratégia.

Só falta Dilma entender isso.


O fato é que teve o efeito de um tsunami entre os petistas a pesquisa Datafolha divulgada no sábado passado e que mostrou uma queda de 27% na aprovação da presidente Dilma em apenas três semanas.

Vários institutos de pesquisa já vinham detectando, antes mesmo das manifestações nas ruas, uma tendência de queda na avaliação da presidente que assustava, mas não chegava a aterrorizar.

Acreditava-se que o quadro seria reversível sem problemas de maior porte se a economia começasse a reagir ou pelo menos se os preços ao consumidor parassem de subir.

Aquela interpretação mostrou-se equivocada e o próprio Datafolha, na primeira semana de junho já mostrava uma queda maior na popularidade da presidente, que tinha descido de 65%, em março, para 57%.

Cabe registrar que nenhum dos institutos de pesquisa foi capaz de detectar a insatisfação popular que logo veio a tomar conta das ruas brasileiras.

De todo modo, já ali a pulga instalou-se firmemente atrás da orelha dos petistas.

Mas ninguém esperava, mesmo diante das manifestações, que o apoio a Dilma despencasse nessas proporções e, principalmente, que isso tivesse ocorrido em todas as regiões brasileiras, em todas as classes sociais, em todas as faixas etárias e níveis de escolaridade.

O próprio Datafolha observou que uma queda dessa dimensão só havia ocorrido com o ex-presidente Collor, logo após o seu plano econômico que confiscou a poupança da população.

Collor tinha caído 35 pontos percentuais de março a junho de 1990, despencando de 71% para 36%.

A presidente Dilma caiu os mesmos 35 por cento, no mesmo período entre março e junho, indo de 65% para os atuais 30%.

O marqueteiro do PT e da presidente Dilma, o jornalista João Santana, está com nova pesquisa na praça desde a última quarta-feira, já avaliando o efeito das manifestações e da resposta da presidente à “voz das ruas”.

Não se sabe se os resultados serão divulgados, mas provavelmente – se a pesquisa for séria, como certamente será – não deverão ser muito diferentes dos que foram divulgados no sábado, independentemente do instituto ao qual tenha sido encomendado o estudo.

Um dos pontos que mais preocupou os petistas na pesquisa Datafolha não foi tanto a grande queda na popularidade de Dilma, mas a soma desse dado com a subida na expectativa de inflação e com a avaliação ruim do desempenho da presidente diante dos protestos.

Sem falar no percentual de ruim e péssimo, que subiu de 9% para 25% de março para cá.

A população deixa claro, nas pesquisas e nas ruas, que está descontente com a economia, que aprova a reforma política, mas não a considera a solução dos problemas, e que quer bem mais do que isso.

O povo está dizendo, enfim, que a sua agenda é bem mais ampla.

De todo modo, ruas e pesquisas já fizeram com que passasse do amarelo para o vermelho o sinal aceso no PT em relação ao pleito de 2014.

Mesmo porque essa última Datafolha, no que se refere à intenção de votos, mostra que Dilma caiu de 51% para 30% e, se a eleição fosse hoje, disputaria segundo turno com Marina Silva, que obteve 23%.

Ao ficar vermelho o sinal, os cardeais do PT voltaram a falar, ainda em tom baixo, numa eventual candidatura do sumo pontífice Lula – o qual, diretamente da África, onde permanece por uma semana numa visita que veio a calhar, observa de longe o desenrolar dos fatos.

Embora, de lá mesmo, precisamente da Etiópia, já tenha gritado alto e bom som que Dilma está cada vez mais candidata.

Por que as mulheres gemem quando transam?


Acho que você, gafanhoto, já está careca de saber que aqueles gemidos estrondosos dos filmes pornôs não passam de puro fingimento.

Mera trilha sonora para ludibriar a plateia de tarados.

Agora e se eu te falar que, no mundo real, a sua parceira usa tal artimanha para te manipular no sexo, você acreditaria, gafanhoto?

Pois dois pesquisadores da University of Centrar Lancashire, na Inglaterra, descobriram isso.

Os pesquisadores descobriram que há pelo menos uma motivação totalmente consciente nisso: manipular o comportamento masculino e tirar proveito disso.

O estudo foi realizado com 71 jovens com idade entre 18 e 48 anos.

O resultado apontou que os gemidos teriam sido emitidos antes e durante a ejaculação masculina, e não necessariamente durante o orgasmo das mulheres.

Isso porque gemendo elas estão ajudando o parceiro a se excitar, a se esforçar mais e a levá-las ao próprio orgasmo, além de fazer o próprio rapaz ejacular.

Elas contaram fazer isso 90% das vezes por saberem que não o atingiriam.

E 87% afirmaram que as vocalizações aumentavam a autoconfiança de seus parceiros.

Um estudo de 2009 já havia revelado que cada gênero segue regras de um papel mais ou menos fixo durante o sexo.

Os homens acreditam que devem dar orgasmos às mulheres, e os gemidos seriam a única pista que teriam de estar conseguindo fazer isso.

A pesquisa apontou que fazer as mulheres chegarem ao orgasmo somente com penetração não é uma tarefa fácil.

É o toque que precisamos para investir a fundo nas preliminares.

Se não quiser ser corno, gafanhoto, jamais esqueça disso...


Fonte: The Chart

As 10 posições favoritas dos homens


Sexo é como uma boa dança, sem uma sintonia legal da parceira, dificilmente você vai saber conduzi-la. Para ajudar a ala masculina, já indicamos aqui mesmo as posições preferidas delas, mas agora chegou a vez das dicas para elas com as 10 posições que os homens mais gostam no Kamasutra.

A seleção foi feita pela revista francesa Cosmopolitan e pretende tirar dúvidas como qual é a mais excitante. Ou mesmo descobrir posições em comum para tirar o máximo de prazer. 

Dê uma olhada, apesar de muitos nomes serem engraçados, a mulher vai ver que não precisa ser nenhuma acrobata e nem uma especialista para nos satisfazer.


Les ciseaux sexy (Tesoura sexy) – Essa é uma das posições do Kama Sutra que herdou um nome estranho. A mulher deita em uma mesa com suas pernas retas e para cima. Enquanto isso, o homem em pé, agarra os tornozelos, penetra-o espalhando seus pés, descruzando e depois cruzando como um par de tesouras.


La fellation (Sexo oral) – Outra boa porta de entrada para o sexo na visão do homem é o sexo oral. Se a mulher dominar essa técnica e ter cuidado no manuseio, pode ter o homem que quiser aos seus pés. Além disso, ele vai saber retribuir o carinho recebido.


La sodomie (Sodomia) – Essa não é bem uma posição e sim o tipo de sexo reivindicado por 8 entre 10 homens. Não é tão fácil de obter, já que o sexo anal exige muito mais cuidado e confiança da mulher para fazer.


Les petites cuillères (De ladinho) – Essa posição também é bem comum para grande parte dos casais na cama. De lado, ele abraça a parceira carinhosamente e penetra por trás.


Posição de Lótus – O homem senta de pernas cruzadas. A mulher senta em cima, envolve as pernas ao redor da cintura e coloca os pés em suas nádegas. O homem penetra enquanto estão agarrados, balançando para trás e para frente. Eles ainda podem controlar o ritmo com as mãos na bunda dela.


L’Andromaque (Domando o garanhão) – Outra posição que prova que a mulher pode estar no controle e ainda dar muito prazer ao homem. Com o homem deitado, ela encaixa sentada, ditando o rítmo e a profundidade da penetração.


69 Trés chic – Apesar de muitas publicações afirmarem que grande parte dos homem dispensa as preliminares, esta aqui entrou na lista masculina e ficou de fora da feminina. Para eles, quando o assunto é sexo, o clássico 69 é a melhor forma de introdução.


L’enclume (Garanhão profundo) – Variante da abertura ampla, a ascendente requer uma maior flexibilidade. As pernas da mulher ficam sobre os ombros de seu parceiro, enquanto ele penetra. Com essa posição, o homem consegue penetrar mais profundamente.


Le missionnaire (Papai e mamãe) – O famoso papai e mamãe chega ao segundo lugar no ranking das posições sexuais preferidas dos homens. A mulher deita de costas e o homem vem por cima. Ela levanta a pelve para alcançar o nível de seu pênis, enquanto ele faz movimentos sexuais de penetração. Ela prova que não precisa ser contorcionista para dar prazer aos homens.


La levrette (Dominação de quatro) – A primeira de todas as posições que os homens mais gostam foi escolhida de forma unânime pela ala masculina. A mulher fica de quatro, enquanto o homem, apoiado de joelhos na cama, penetra segurando-a pelos quadris. Essa posição é também a número um das mulheres para chegar ao orgasmo. Além disso, o homem pode dominar, controlar o ritmo e até mesmo praticar o sexo anal.

Homens só amadurecem aos 43 anos


 Não é novidade para ninguém que os homens tendem a amadurecer depois das mulheres, mas um estudo divulgado no Daily Mail apontou que os marmanjos só tendem a amadurecer psicologicamente aos 43 anos de idade, 11 depois das mulheres.

Oito entre cada dez mulheres pesquisadas acreditam que os homens nunca param de ser infantis e entre os principais fatores para tal, está na graça que eles encontram em peidar, arrotar, comer besteiras e jogar videogames, independente da idade.

O resultado dessa brincadeira é que três entre cada dez das moças pesquisadas admitiram ter terminado um namoro por causa da imaturidade do parceiro.

Pois bem, acredito que maturidade seja mais uma questão de situação do que estado constante de espírito.

Ninguém curte um babaca brincalhão durante uma reunião série, muito menos um mano serião durante uma festa entre amigos.

Tem que saber dosar (apesar de admitir que sim, acho peidos, arrotos, besteiras e videogames muito legais).

Para terminar, cito o poeta: “Existem jovens de oitenta e tantos anos/ E também velhos de apenas vinte e seis. (…) Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda/ Amanhã velho será, velho será, velho será!/ A menos que o coração, que o coração sustente/ A juventude, que nunca morrerá!”